Segunda-feira, 09 de fevereiro de 2026

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Cláudio Humberto Ministério da Gestão garante boquinha a Padilha

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Sem nunca haver prestado um dia de serviço no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, sob chefia de Esther Dweck, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, garante generoso pagamento como representante da pasta de Dweck no Conselho Fiscal do Sesc. O valor do jetom é de R$5.359,57 por reunião do conselho. Para dar alguma justificativa aos pagamentos, a remuneração é limitada a seis sessões por mês, até R$32.157,42 a mais nos rendimentos mensais.

Só subindo
Os pagamentos no conselho fiscal começaram em R$3,5 mil (2018). Com sagrado reajuste anual, em março passou a vigorar o novo valor.

R$28,6 mil/mês
Em quatro meses, entre janeiro e abril deste ano, Padilha turbinou o seu faturamento em R$114.480, graças ao jeton do Sesc.

Pelego no luxo
O conselheiro mais antigo é Valeir Ertle, secretário da CUT. Aboletou-se no grupo da mamata em setembro de 2010 e não largou mais o osso.

Quem explica?
A ex-ministra do Esporte Ana Moser também tem boquinha no conselho. Foi indicada pelo Ministério da Previdência, ao qual nunca esteve ligada.

Com Lula página virada, PSB cobiça o Planalto
A insistente cobrança do PSB para manter a cadeira de vice em um provável apoio a Lula, que deve tentar a reeleição em 2026, objetiva, na verdade, a eleição de 2030, quando Lula estará fora da disputa. Os socialistas avaliam que Geraldo Alckmin, mantido vice, é o quadro ideal para o partido chegar à Presidência da República. Alckmin é conhecido nacionalmente, já disputou a vaga e não tem o nome muito rejeitado entre eleitores mais conservadores ou de centro. O PT levaria a vice.

Cabeça branca
Há discussão sobre a idade de Alckmin na disputa, ele completará 77 anos em 2030. Hoje, Lula tem 79. Jair Bolsonaro, 70.

Outro nome
O PSB quer testar João Campos, prefeito do Recife, alçado a presidente do partido para impulsionar o nome e ter projeção fora do Nordeste.

É um garotão
Aos 31 anos, João Campos ainda não pode disputar o Planalto, que exige o mínimo de 35 anos. Deve esperar definição sobre Alckmin.

Era pegadinha
Não cessa a agonia dos aposentados roubados no INSS, com dinheiro repassado a entidades picaretas ligadas a partidos de esquerda. O governo plantou que divulgaria até sexta (6) as datas de pagamento dos valores surrupiados. Passou sexta, e nada. Era só uma pegadinha cruel.

Lula promovido
Após a vergonhosa tentativa de imitar um acrobata, com direito a se esfregar no chão, Lula foi promovido, diz o deputado Filipe Barros (PL-PR). Passou de “anão diplomático” a “bobo da corte”.

Caiu para péssimo
No Espírito Santo, o “ótimo” e “regular” de Lula são iguais desde dezembro de 2024, conforme o Paraná Pesquisas A única avaliação que disparou foi a “péssima”, de 35,8% para 43,8% em seis meses.

Pós-recesso
Petistas garantem que receberam sinais de Hugo Motta (Rep-PB) de que a votação do projeto sobre licenciamento ambiental vai pisar no freio. Contam que pegou mal o barraco no Senado com a Marina Silva.

Quase um hippie
Pode tirar o cavalinho da chuva quem acha que Jair Bolsonaro vai armar barraco no STF ao depor esta semana. O próprio ex-presidente descartou chance de “lacrar” ou “querer crescer”. É depor e acabou.

Mitomania persistente
Lula segue espancando a verdade 29 meses após a posse: ao defender Taxxad, voltou a culpar o governo anterior pela situação falimentar das contas públicas. Já os seus gastos bilionários…

Agora ao centro
Enquete de Elon Musk na rede social X com 5,2 milhões de votos, após sua briga com o presidente Donald Trump, aponta que 81% querem um novo partido nos EUA, para representar “os 80% do centro” político.

Requentado
O programa “Agora tem Especialista”, do Ministério da Saúde, nada tem de novo, só mudou o nome. Chamava-se “Mais Acesso a Especialistas”, criado por Nísia Trindade, demitida para o petista Padilha assumir.

Pergunta na Justiça
Piadinha no plenário ainda pode?

Poder sem Pudor

Dupla utilidade

Filha de Jânio, Dirce Tutu Quadros era deputada quando decidiu mandar a filha Tina estudar numa escola tradicional da Inglaterra. Às vésperas da viagem, Tutu conversou ao telefone com o diretor da escola, Sir John Towey, que lhe pediu o “brasão da família” para pendurar no quarto da garota. Tutu desligou o telefone, pensou, pensou e encontrou a solução: “⁠Vou levar uma vassoura. É esse o brasão dos Quadros.” A vassoura foi o símbolo da campanha presidencial de Jânio, que ganhou versão atualizada na motosserra do argentino Javier Milei.

Cláudio Humberto

@diariodopoder

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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