Sábado, 03 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de novembro de 2021
Wagner Lovato deixa esposa e três filhos.
Foto: Arquivo pessoalO Ministério Público em Alvorada denunciou dois homens pela morte de Wagner de Oliveira Lovato, assassinado em 2 de outubro, após discussão em frente a um açougue.
A dupla foi denunciada nesta quarta-feira (3), por lesão corporal seguida de morte pela promotora de Justiça Karinna Licht Orlandi, após ter sido declinada a competência da Vara dos Crimes Dolosos contra Vida em razão da compreensão de que os elementos de prova não apontavam que os autores agiram com intenção de matarem a vítima.
Na peça, a promotora relata que os três iniciaram uma discussão quando Lovato deixava o estabelecimento sem comprar qualquer mercadoria. Primeiro, a vítima foi empurrada, golpeada por dois socos e caiu, batendo o corpo e a cabeça no chão. Desacordado, Lovato ainda recebeu um chute na cabeça.
Conforme testemunhas, as agressões teriam iniciado após Lovato reclamar do preço da carne no estabelecimento. O homem vendia salgados na rua e, após encerrar o trabalho, foi até o açougue. No local, teria feito comentários sobre o preço.
A vítima foi encaminhada ao Hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre, onde morreu em razão da gravidade dos ferimentos. O auto de necropsia apontou como causa da morte traumatismo cranioencefálico.
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“Não houve intenção de matar”? A promotora viu a agressão? Socos e pontapés numa pessoa que nem reage, morre quieta. Covardia. Parece que agora o culpado é quem morre. Ainda bem que o MP agiu.
Então tá, mataram sem querer, conta outra. Esta promotora joga no mesmo time da Maria do Rosário. Defensora de bandidos.