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Brasil Ministério Público Federal denuncia por calúnia policiais federais “dissidentes” na Lava-Jato

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Dalmey Fernando Werlang é acusado de se associar “para ofender a honra dos colegas”. (Foto: Dida Sampaio/AE)

O MPF (Ministério Público Federal) denunciou formalmente por calúnia o delegado e o agente da PF (Polícia Federal) que denunciaram irregularidades e coação envolvendo a cúpula de delegados da Operação Lava-Jato, em Curitiba (PR) – no qual estão concentradas as apurações de corrupção e cartel na Petrobras.
A acusação entregue à Justiça Federal no dia 11 deste mês é a primeira ofensiva contra a suposta tática de contrainteligência que investigadores da Lava-Jato identificaram, a partir do final de 2014. A estratégia seria desestabilizar as apurações e tentar algum tipo de nulidade legal na condução do caso, que atingiu a partir de novembro do ano passado as maiores empreiteiras do País e seu papel e conluio com os dois principais partidos do governo federal, PT e PMDB. O rombo causado chega a pelo menos 19 bilhões de reais aos cofres públicos.
O delegado Mário Renato Castanheira Fanton e o agente federal Dalmey Fernando Werlang foram denunciados criminalmente à Justiça Federal pelo procurador Daniel Holzmann Coimbra, do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial da Procuradoria. Eles são acusados de se associarem “para ofender a honra dos colegas”, apontando grampos ilegais na cela do doleiro Alberto Youssef – peça central da Lava-Jato, e cujo fato teria poder de anular provas da investigação – e vícios na sindicância aberta para conduzir o caso.
A Procuradoria pede abertura de ação penal por calúnia, que prevê condenação de seis meses a dois anos de prisão e multa, aumentada em um terço da pena por envolver vítima agente público no exercício da função. (AE)

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