Domingo, 26 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 13 de outubro de 2025
O anúncio da saída do ministro já havia sido feito na semana passada.
Foto: Antonio Augusto/STFO ainda ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, assinou nesta segunda-feira (13) o documento que oficializa sua aposentadoria antecipada. De acordo com o requerimento, a aposentadoria passa a valer a partir desta sexta-feira (18), encerrando um ciclo de 12 anos de atuação na mais alta Corte do País.
O anúncio da saída de Barroso já havia sido feito na semana passada. Aos 67 anos, ele poderia permanecer no cargo até os 75, idade-limite prevista pela Constituição, mas optou por antecipar sua saída. No final de setembro, Barroso havia transmitido o cargo de presidente do Supremo ao ministro Edson Fachin, encerrando um período de um ano à frente da Corte.
Em sua despedida, o ministro afirmou ter tomado a decisão de forma serena e pessoal. “Senti que agora é hora de seguir outros rumos. Nem sequer os tenho bem definidos, mas não tenho qualquer apego ao poder”, declarou. A fala reflete o tom de transição adotado por Barroso, que afirmou pretender se dedicar a atividades acadêmicas, conferências e, eventualmente, à advocacia, após o período de quarentena exigido pela lei.
Com o fim antecipado da magistratura de Barroso, abre-se espaço para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faça sua terceira indicação ao Supremo em menos de dois anos de mandato. Antes dele, o petista já havia indicado e empossado Cristiano Zanin, seu ex-advogado, e Flávio Dino, ex-ministro da Justiça e atual integrante da Corte.
Nos bastidores de Brasília, a sucessão de Barroso já movimenta diferentes grupos políticos e jurídicos. O nome mais citado é o de Jorge Messias, atual advogado-geral da União. Messias, que é membro da Igreja Batista e tem carreira consolidada na advocacia pública, conta com a simpatia de ministros do governo e de setores do PT.
Também aparecem entre os possíveis indicados o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, e o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho. Outro nome especulado é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cuja relação com o Palácio do Planalto tem se estreitado nos últimos meses.
A escolha do novo ministro tende a ocorrer ainda em outubro, de forma a permitir a sabatina no Senado antes do recesso de fim de ano. A decisão marcará mais um capítulo na recomposição do Supremo, que passará a contar com três ministros indicados por Lula em seu atual mandato — reforçando, assim, a influência do governo na Corte que decide temas centrais da política nacional.
(Com O Estado de S.Paulo)
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Aos marginais golpistas, tu quer dizer. E como tem marginal nessa direita golpista.
Um Canalha a menos….Pessoas que sofrem por suas decisões, hoje comemoram sua saída, mas o preço de suas atitudes ainda não foi suficiente para sua punição plena. Parte de sua depressão é poeira perto da dor ocasionada a outros.
23 Milhoes custo de aquisição…
500 Mil Dolares …custo de Manutenção anual.
1 Milhão de Dolares de Decoração…
Para um Funcionariozinho publico que ganha liquido menos de 30 Mil ….é um mago das finanças…
Ap em Miami de 23 milhões…
Kkkkk
Quem vota no pt não e só burro e cúmplice
Grande ministro. Realizou seu trabalho com maestria. Se não fosse o STF, hoje estaríamos embaixo das patas dessa direita golpista e marginal. Boa aposentadoria.
Obrigado presidente Trump.
VAI TER QUE CASAS COM OS SEGURANÇAS….POIS NÃO VAI PODER FICAR SEM…..
NUNCA MAIS TERA A VIDA DE VOLTA…
LULISMO VAI COLOCAR MAIS UM QUADRILEIRO QUE VAI FICAR COMO LEGADO NEGASTO…POR 35 ANOS…
Hoje luladrão….já ccom um pé na cova…é o nosso menor problema…
O legado NEFASTO, vai ficar …..por decadas.