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Política Ministro da Casa Civil nomeia Geraldo Alckmin e oficializa o início da transição do governo federal

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Vice-presidente eleito foi nomeado para o Cargo Especial de Transição Governamental

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Alckmin afirmou que o sistema tributário precisa ser simplificado e ser ampliado para cobrar renda e patrimônio, e não apenas o consumo (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

A transição do governo de Jair Bolsonaro (PL) para o do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), começou oficialmente na madrugada desta sexta-feira (04). O ministro da Casal Civil, Ciro Nogueira, nomeou o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), para o Cargo Especial de Transição Governamental.

A nomeação de Alckmin foi publicada na edição desta sexta do Diário Oficial da União. Na quinta (03), Alckmin se reuniu, no Palácio do Planalto, com o ministro da Casa Civil. Esse foi o primeiro encontro para tratar da transição. Alckmin foi escolhido por Lula para coordenar a equipe de transição. Ciro, por sua vez, chefia os trabalhos pelo lado do atual governo.

O vice-presidente eleito chegou ao Planalto acompanhado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do coordenador do plano de governo de Lula, Aloizio Mercadante. Alckmin disse que a conversa foi “bastante proveitosa” e reforçou, em mais de uma oportunidade durante entrevista, que a “transição já começou”.

De acordo com ele, a equipe de transição vai trabalhar no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília. A legislação dá ao presidente eleito o direito de formar uma equipe de transição, com 50 cargos à disposição, para ter acesso aos dados da administração pública e preparar as primeiras medidas do novo governo.

O vice-presidente eleito não quis antecipar nomes que vão compor a equipe de transição. Disse, porém, que eles virão de partidos que compuseram a coligação de Lula nas eleições.

Alckmin afirmou que nomes do MDB e do PDT, que aderiram à candidatura de Lula no segundo turno, também devem fazer indicações para a equipe de transição. Ele não descartou a participação de nomes de partidos de centro. “A partir de segunda-feira, depois da reunião com o presidente Lula, a gente começa a divulgar os nomes da transição”, declarou o ex-tucano.

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Vanderlei Ochoa
4 de novembro de 2022 11:13

A esse povo bolsonarista: Democracia é assim. Uns ganham outros perdem. Depois os que perderam, ganham e aí a DEMOCRACIA SE CONSOLIDA. DEMOCRACIA é o pior sistema, DEPOIS DE TODOS OS OUTROS. Não caiam em papo de gente que nem MOURÃO E LASIER MARTINS. Esses só pensam em golpear a DEMOCRACIA.

Josue Oliveira
4 de novembro de 2022 12:19

Kkkk! Viva a democracia… Só no Brasil isso 💩

Jota Conceição
4 de novembro de 2022 12:52

Uma vez súditos da Constituição Federal, não podemos confrontar o império da Lei, expresso no Estado Democrártico de Direito…

Carlos Santana
4 de novembro de 2022 14:44

de volta a cena do crime !!

Fernando Krause
4 de novembro de 2022 23:48

“DEPOIS DE QUEBRAR O BRASIL, LULA AGORA QUER VOLTAR À CENA DO CRIME.”
Geraldo Alckmin, Dez/17.
Pelo visto vão voltar juntos…
Crápulas!

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