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Política Ministro da Defesa diz que não há ameaças contra as eleições de 2022 no Brasil

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"Trata-se de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os Poderes da República", declarou Braga Netto

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
"Trata-se de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os Poderes da República", declarou Braga Netto. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, disse nesta quinta-feira (22) que não se comunica com os presidentes dos Três Poderes por meio de interlocutores e que as Forças Armadas são instituições comprometidas “com a sociedade, com a estabilidade institucional do País e com a manutenção da democracia e da liberdade do povo brasileiro”.

Reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo informou que, através de um interlocutor político, o ministro teria mandado um recado ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, de que o País não teria eleições presidenciais em 2022 caso o voto impresso e auditável não fosse aprovado.

“Hoje [quinta] foi publicada uma reportagem na imprensa que atribui a mim mensagens tentando criar uma narrativa sobre ameaça feita por interlocutores a presidente de outro Poder. O ministro da Defesa não se comunica com os presidentes dos Poderes por meio de interlocutores. Trata-se de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os Poderes da República, em um momento que exige a união nacional”, disse Braga Netto durante um evento no Ministério da Defesa, em Brasília.

Uma comissão especial da Câmara analisa a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 135/19, que recomenda a adoção de uma urna eletrônica que permita a impressão do registro do voto, que depois seria depositado em uma outra urna, sem contato manual do eleitor. A matéria seria analisada no dia 16 deste mês, mas a sessão foi encerrada sem a votação. O projeto voltará a ser discutido em 5 de agosto, após o recesso parlamentar.

De acordo com Braga Netto, a medida é defendida pelo governo federal, mas compete ao Congresso a análise do tema. “Acredito que todo cidadão deseja a maior transparência e legitimidade no processo de escolha de seus representantes no Executivo e no Legislativo em todas as instâncias. A discussão sobre o voto eletrônico auditável por meio de comprovante impresso é legítima, defendida pelo governo federal, e está sendo analisada pelo Parlamento brasileiro, a quem compete decidir sobre o tema”, declarou.

Lira

Sem citar a matéria publicada pelo Estadão, o presidente da Câmara se manifestou nas redes sociais. “A despeito do que sai ou não na imprensa, o fato é: o brasileiro quer vacina, quer trabalho e vai julgar seus representantes em outubro do ano que vem através do voto popular, secreto e soberano. As últimas decisões do governo foram pelo reconhecimento da política e da articulação como único meio de fazer o País avançar”, escreveu.

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, também informou que conversou com Braga Netto e Arthur Lira e que “ambos desmentiram, enfaticamente, qualquer episódio de ameaça às eleições”.

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