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Política Ministro da Fazenda defende redução de taxas do vale-refeição para baratear as alimentos

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Haddad também negou que o governo pretenda usar recursos do Orçamento para baratear os preços dos alimentos

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Haddad embarcou neste domingo (30) e retorna a Brasília na quarta-feira (2). (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A regulamentação de uma lei de 2022 que permite a portabilidade dos vales-refeição e alimentação ajudará a baratear os preços dos alimentos, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ao retornar de uma reunião na Granja do Torto, em Brasília, na quinta-feira (23), ele negou que o governo pretenda usar recursos do Orçamento para baratear os preços da comida.

Segundo Haddad, o governo deve avançar com a portabilidade dos tíquetes refeição e alimentação, o que poderia baratear de 1,5% a 3% a taxa cobrada pelas administradoras dos cartões. O ministro informou que o governo federal estuda a regulamentação da Lei 14.422, sancionada há três anos, que mudou o Programa de Alimentação do Trabalhador e cria a portabilidade, por meio da qual o trabalhador poderá escolher a empresa gestora dos tíquetes, atualmente definida pelos recursos humanos de cada empresa.

“Penso que tem um espaço ali, regulatório, que caberia ao Banco Central, já pela lei, mas que não foi feito até o término da gestão anterior. Eu penso que há um espaço regulatório que nós pretendemos explorar no curto prazo”, afirmou Haddad, ao retornar de um encontro de cerca de nove horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira.

Para Haddad, a maior concorrência entre as bandeiras de vale-alimentação e refeição poderá resultar na redução das taxas de cartões. De acordo com o ministro, isso, em tese, barateará os preços dos alimentos, tanto nos restaurantes quanto nos supermercados. A lei também prevê que as máquinas serão obrigadas a aceitar todas as bandeiras de cartões, em vez de serem atreladas apenas aos estabelecimentos credenciados.

“Regulando melhor a portabilidade, nós entendemos que há espaço para queda do preço da alimentação, tanto do vale-alimentação quanto do vale-refeição. Porque a alimentação fora de casa é tão importante quanto a compra de gêneros alimentícios no supermercado. Entendendo que, regulando bem a portabilidade, dando mais poder ao trabalhador, ele vai encontrar um caminho de fazer valer o seu recurso, daquele benefício a que ele tem direito”, declarou o ministro.

A regulamentação do tema depende do Banco Central, que seguirá diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional. Na quinta-feira, haveria a reunião de janeiro do órgão, mas o encontro foi cancelado por falta de temas a serem votados.

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Did Dlc
24 de janeiro de 2025 13:12

É verdade, e o teu chefe mor incompetente não faz nada prá mudar isso.

Vanderlei Ochoa
24 de janeiro de 2025 12:11

É uma vergonha o país que mais produz alimentos no mundo, ter salários em Real e os alimentos vendidos com preço dolarizado. 1kg 1 dólare. 1 litro de gasolina, 1 dólare. Só no Brasil mesmo é tudo preção dessa elite do AGRO…

Cezar Roldão Schuaste
24 de janeiro de 2025 14:04

Um ministro fracassado comandado por um LADRÃO incompetente( mas não para roubar ) que não ouvem os especialistas ( são negacionistas ) em econômia dizerem para pararem de gastar mais do que ganham, já torraram o próprio salário do proximos dez anos.

Mario Santana de Almeida
24 de janeiro de 2025 14:14

Já que estamos em recorde absoluto de arrecadação de impostos podia ter o bom senso de reduzir impostos das comidas. Só que não…. Devia chamar o Paulo Guedes que ele ensinará como fazer.

Paulo Du Bois
24 de janeiro de 2025 14:27

Até o vale refeição sofre cobrança do IR. E dizem que trabalham para os pobres.

Carlos Carlão
24 de janeiro de 2025 16:23

O baba ovo do luladrão, esqueceu de mencionar que a Covid 19 começou em 26/02/20 até 05/05/23, basta de ruminar por favor.

Bidio Rosa
24 de janeiro de 2025 14:30

Só Lenbrando 2021 A Inflação
10.7
4.77 Inflação de Hoje?

Fernando Krause
24 de janeiro de 2025 14:39

Esta DESGRAÇA de DESgoverno lulopetista PERDULÁRIO, destruidor da responsabilidade fiscal e saqueador do dinheiro público está igual ao cachorro que caiu do caminhão de mudanças: P-E-R-D-I-D-O. !!!!

Jorge Bender
24 de janeiro de 2025 16:58

Perdidos completamente e sem direção alguma para salvar nossa economia.

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