Quinta-feira, 16 de julho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
28°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Ministro da Fazenda diz que a manutenção da Selic é “preocupante”, mas “vamos perseverar no diálogo com o Banco Central”

Compartilhe esta notícia:

Ainda sobre a decisão do Copom, ministro disse que “jamais” vai exercer pressão política sobre o Banco Central a fim de influenciar suas decisões

Foto: Rovena Rosa/Agencia Brasil
(Foto: Rovena Rosa/Agencia Brasil)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse em evento nesta quinta-feira (04) ver com “preocupação” a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) de manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano. O petista destacou, porém, que vai “perseverar no diálogo” com a instituição.

“Eu fiquei bastante preocupado com a decisão do nosso Copom, de manter a maior taxa de juros do mundo, em uma economia que tem hoje uma das menores taxas de inflação. Mas ainda assim vamos perseverar em harmonizar com a questão monetária, perseverar no diálogo com o Banco Central”.

Haddad falou em reunião do CDESS (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), o chamado “conselhão”. Ainda sobre a decisão do Copom, ele disse que “jamais” vai exercer pressão política sobre o Banco Central a fim de influenciar suas decisões.

“Da minha parte, jamais vai haver qualquer tipo de pressão política, no sentido pejorativo do termo, sobre um órgão público que tem a mesma legitimidade que eu tenho ao ser designado pelo presidente. Temos total clareza sobre isso, mas é um tema [taxa de juros] que, sim, importa para a política fiscal”, afirmou.

Essa foi a sexta vez seguida em que o BC decidiu pela manutenção da taxa. Assim, o patamar de juros continua no maior nível desde dezembro de 2016.

Fiscal depende dos Poderes

O petista ainda falou sobre a nova regra fiscal — que deve ser votada na Câmara dos Deputados na segunda quinzena de maio, de acordo com o próprio ministro. Ao comentar a medida, o ministro destacou a necessidade de o governo aprovar a medida, mas destacou que alcançar metas fiscais também depende da colaboração do Congresso Nacional e do Judiciário.

“Trouxemos a ideia de uma nova regra fiscal, que desse um horizonte de planejamento, permitindo que as desonerações que foram feitas ao longo dos últimos sete anos fossem revistas, para o bem das finanças públicas. Mas a tarefa não é só nossa, dependemos do Congresso e da sensibilidade do Judiciário para alcançar essa meta”, completou.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

4 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Denise Goulart de Munhós
4 de maio de 2023 20:23

Parece que não estão conseguindo dobrar esse carvalho!!

Felix Etchegaray
4 de maio de 2023 22:27

Os bolsonaristas de salario minimo e bunda levantada não gostam da idea de baixar os juros.kkkkkkkkk

José Costa
5 de maio de 2023 12:01

Preocupante é ver um acéfalo como este coordenando a economia do Brasil.

Fernando Krause
5 de maio de 2023 12:56

Este petista tá entendendo o significado da expressão INDEPENDENTE ?
O chefe mentiroso dele ainda não engoliu…

Saiba como será a vacinação contra a Covid-19 e a gripe nesta sexta-feira em Porto Alegre
Gravataí recebe um dos maiores campeonatos de padel do mundo neste final de semana
Pode te interessar
4
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x