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Economia Novo tarifaço dos Estados Unidos a produtos brasileiros compromete a competitividade das indústrias, avalia a Fiergs

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"É um retrocesso nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos", declarou Claudio Bier

Foto: Dudu Leal/Fiergs
"É um retrocesso nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos", declarou Claudio Bier. (Foto: Dudu Leal/Fiergs)

A Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul) lamentou a decisão do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, oficializada na madrugada desta quinta-feira (16).

A entidade afirmou que a medida amplia as barreiras ao comércio bilateral e traz novos desafios para a indústria gaúcha, especialmente para segmentos com forte presença nas exportações ao mercado norte-americano, como armas e munições, madeira, calçados e tabaco.

Para o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, a decisão do governo de Donald Trump compromete a competitividade das empresas e indústrias, reduz a previsibilidade dos negócios e pode gerar impactos sobre investimentos, emprego e renda no Rio Grande do Sul.

“É um retrocesso nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e impõe mais um desafio à indústria brasileira e gaúcha. É fundamental que o governo brasileiro mantenha as negociações com as autoridades norte-americanas para buscar a reversão dessa medida e ampliar a lista de produtos contemplados por exceções”, avaliou.

O empresário defendeu a implantação de medidas compensatórias. “Ao mesmo tempo, é necessário preparar políticas públicas de apoio aos setores mais afetados, nos moldes das iniciativas adotadas no ano passado, com linhas especiais de financiamento e iniciativas para auxiliar as empresas impactadas. O momento exige uma atuação coordenada, técnica e diplomática para preservar a capacidade competitiva da indústria brasileira e minimizar os efeitos sobre a economia e o emprego”, ressaltou Bier.

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2 Comentários
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Léo P
16 de julho de 2026 10:01

É assim que o Governo Trump trata com ditaduras disfarçadas de democracia, o maior líder da direita SEGUE PRESO POR CRIME INEXISTENTE, estas eLeiçoes estao no fio da navalha de nao serem reconhecidas pelo mundo democratico como legítimas, escrevam!

ochoavanderlei@gmail.com
16 de julho de 2026 09:53

RECLAME COMO O EDUARDO E FAMILIA.

Eduardo Bolsonaro, que está radicado nos Estados Unidos desde março de 2025 devido a alegações de perseguição política, mantém alinhamento com Donald Trump para tentar pressionar o governo brasileiro e o STF. Após ser condenado pelo Supremo a quatro anos e dois meses de prisão e inelegibilidade, o ex-deputado pediu a Trump que aplicasse sanções contra autoridades brasileiras

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