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Economia Ministro da Fazenda diz que é preciso “afastar lobby indevido contra o Pix” em viagem de Lula aos Estados Unidos

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a investigação comercial aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil, que inclui o Pix, será discutida com Trump. (Foto: Washington Costa/MF)

O governo brasileiro deve discutir tarifas comerciais e fazer uma defesa do sistema de pagamento Pix no encontro entre o presidente Lula e o presidente americano Donald Trump nesta quinta-feira (7), segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, Durigan disse que a investigação comercial aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil, que inclui o Pix, será discutida com Trump.

“Há dúvidas sobre o Pix, por exemplo? Estamos à disposição para explicar. O Pix é uma infraestrutura de pagamento pública, que os EUA conhecem e têm algo parecido, eles têm ferramentas parecidas e entendem o que é. Nós precisamos afastar algum lobby indevido em relação ao Pix”, afirmou.

Dario integrará a comitiva presidencial que viajou para Washington. Lula será recebido por Trump na Casa Branca nesta quinta-feira. “Aumentar a cooperação para combater o crime organizado está na nossa pauta, tratar de tarifa e comercial internacional está na nossa pauta”, completou o ministro.

Em fevereiro, a Suprema Corte americana derrubou o tarifaço de 50% de Trump que atingia produtos brasileiros. Mas dias depois da decisão, o presidente dos Estados Unidos fez questão de reafirmar que seu governo segue investigando o Brasil e a China por supostas práticas comerciais desleais.

Durante uma conversa telefônica em janeiro, Lula e Trump acertaram a visita do brasileiro aos Estados Unidos, mas a guerra contra o Irã adiou a viagem. O brasileiro tem criticado a ofensiva americana contra o país do Oriente Médio.

Subvenção do diesel importado

Na entrevista ao programa Bom Dia, Durigan afirmou que 26 Estados aderiram à subvenção de R$ 1,20 sobre o litro do diesel importado, e apenas Rondônia não formalizou a intenção de participar do programa.

“Formalmente, todos os estados aderiram, menos um estado, que tivemos muita dificuldade de dialogar, o estado de Rondônia, não teve retorno, e não aderiu. Uma pena que a gente tenha um ponto fora da curva, como aconteceu assim.”

O ministro da Fazenda ainda disse que lamenta que a decisão tenha sido influenciada por “razões políticas”.

Durigan também informou que o governo estuda uma linha de renegociação para trabalhadores informais em uma segunda rodada do Novo Desenrola Brasil, que deve ser anunciada até o fim deste mês. O ministro explicou que é importante ter uma política voltada a esses trabalhadores, que acabam pagando juros mais altos justamente pela natureza do seu trabalho e pela falta de renda fixa comprovável. As informações são do jornal O Globo.

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