Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 2 de novembro de 2023
Ministro da Fazenda (foto) se reuniu com o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da reforma tributária do Senado
Foto: Diogo Zacarias/Ministério da FazendaO ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (02) que o texto da reforma tributária em tramitação no Senado Federal não é perfeito, mas que a sua aprovação até o fim do ano pode significar um “salto” de qualidade no sistema tributário brasileiro.
“Nada é perfeito, mas à luz do que nós temos, o salto que nós vamos dar frente ao sistema tributário atual é inestimável. Nós vamos figurar entre os bons sistemas tributários do mundo. Tudo isso tem efeito de curto prazo nas expectativas, na decisão de investimento no Brasil, mas tem um efeito de médio e longo prazo que vai impactar no crescimento econômico, vai diminuir o peso sobre o judiciário”, afirmou o ministro.
Haddad se reuniu, na manhã desta quinta-feira, com o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da reforma tributária do Senado. No encontro, os participantes avaliaram ponto a ponto as recentes solicitações de mudanças e os aspectos técnicos passíveis de judicialização. A reunião incluiu a participação de membros das equipes técnicas do Ministério da Fazenda e da equipe do senador Braga.
Aos jornalistas, o ministro da Fazenda também disse que o relator foi muito atencioso com as demandas do governo federal e que o texto deve ser aprovado no Senado com uma “maioria boa”.
“Eu não posso me antecipar ao relator, porque ele está sendo muito generoso conosco, discutindo ponto por ponto. Mas nós estamos muito seguros que o relatório está bem feito e nós vamos ter, se Deus quiser, uma maioria boa no Senado, e que vai ser possível promulgar a emenda constitucional ainda este ano”, afirmou Haddad.
Sobre as emendas acatadas por Braga, Haddad disse que o ideal seria que houvesse menos exceções na tributação, mas que o importante é a aprovação da reforma. “Quanto menos exceções, melhor para o país. Mas a carga cairá para a maioria dos setores. Queremos promulgar a emenda constitucional ainda este ano”, disse o ministro.
O ministro estimou que as exceções do texto atual devem aumentar em meio ponto percentual a alíquota base anual. “Em relação à versão que saiu da Câmara, aumenta em cerca de meio ponto [a alíquota padrão]. Não chega a 28%. Como ampliaram as exceções, amplia em cerca de meio ponto. Essa estimativa demos à equipe técnica do Senado. Estamos dando transparência em tudo”, afirmou o ministro.
Inicialmente, a previsão do Ministério da Fazenda era de que essa porcentagem ficasse entre 25% e 27%. Se ultrapassar os 28%, a alíquota base brasileira pode ser uma das maiores do mundo — o que o governo quer evitar.
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Já te aconselhei: volta para as aulas de português.
Quem é contra as medidas do governo, que vão fazer melhorar tudo no Brasil, é um verdadeiro patriotário…
A fórmula é bem simples: GASTAR MENOS DO QUE ARRECADA.
Se o crápula vigarista do chefe dele parar de gastar sem limites o que não é dele e levar isso a sério, não precisa reforma!
Amigo, só discordo de ti no sentido de ter sido eleito. Tomou o poder com a ajuda do “Çupremo” e do TSE. Não passa de 30% o percentual de brasileiros debiloides e imbecis. Lastimo que o nosso ex presidente tenha sido tão babaca a ponto de ter deixado isto acontecer.
A alícota de 27,5% será a maior do mundo!
Parabéns petezada! Levando o Brasil para o buraco (de novo).
É nisso que dá eleger um corruPTo sem nenhum compromisso com a economia (a não ser a dele).
Com a Esbanja torrando o dinheiro do contribuinte com a compra de cortinas de 300 mil reais.
Pobre país….
Enquanto este povo tolo, ignorante e passivo continuar a apoiar ou viver no anonimato estes vagabundos quadrilheiros continuarão a explorar, a extorquir o povo contribuinte. Acordem e hajam antes que seja tarde demais, não aguardem pelos políticos porque não passam de mercenários em busca de poder e dinheiro.