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Colunistas Ministro da Saúde, Alexandre Padilha anuncia mais 300 leitos para o SUS na Região Metropolitana

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha ontem em Porto Alegre, com o prefeito Sebastião Melo, presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, e o secretário da saúde da capital, Fernando Ritter. (Foto: Divulgação)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, desembarcou nessa sexta-feira (8) no Estado, com um pacote de boas notícias. Ele entregou no Hospital Universitário de Canoas, um novo tomógrafo e sete salas de cirurgia geral. A expectativa é elevar o número de cirurgias mensais de 200 para até 1.200 e ampliar a estrutura hospitalar de 309 para 600 leitos, para atender pacientes de toda a região. Padilha confirmou liberação de R$ 150 milhões anuais de custeio permanente ao Hospital Universitário de Canoas através do programa Agora Tem Especialistas, criado para reduzir filas de consultas, exames e cirurgias.

No pátio da Ulbra, foi realizada a entrega das chaves de ambulâncias, micro-ônibus e vans odontológicas para diversos municípios gaúchos. Padilha, ao lado do Líder do Governo na Câmara, deputado federal Paulo Pimenta, esteve com os prefeitos de Porto Alegre e presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Sebastião Melo, de Canoas, Airton Souza, e outros prefeitos da Região Metropolitana. Também foi assinada a ordem de serviço para o início da construção da Policlínica de São Leopoldo, com investimento de R$ 30 milhões.

Já no HCPA (Hospital de Clínicas de Porto Alegre), foi inaugurado um novo prédio com 70 novos leitos de UTI adulta e cinco leitos de UTI pediátrica, além da entrega de um novo acelerador linear para radioterapia, equipamento que permitirá zerar a fila de radioterapia em Porto Alegre e ampliar o atendimento de pacientes oncológicos.

Durante a agenda, Padilha afirmou que Canoas vive um “momento histórico” para o SUS. “Nós estamos abrindo mais 300 leitos para o SUS na Região Metropolitana e vamos fazer de tudo para que essa estrutura nunca mais seja desativada”, disse o ministro.

Punição a Marcel van Hattem teve votos do PP, MDB, Republicanos, PSD, União e Podemos

A decisão do Conselho de Ética da Câmara na última terça-feira (5) de punir Marcel, bem como os deputados Marcos Pollon (PL-RS) e Zé Trovão (PL-SC), com suspensão de mandato por dois meses, só foi possível, além dos votos já esperados da esquerda, graças aos votos de deputados de partidos de centro. Apesar da decisão, os deputados mantém ainda as atividades. Isso porque, após a publicação da decisão, eles têm prazo de cinco dias úteis para recorrem à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). E ainda assim, cabe recurso derradeiro ao plenário da Casa.

Quais deputados votaram contra a suspensão de Marcel van Hattem?

— Cabo Gilberto Silva (PL-PB);

— Delegado Bilynskyj (PL-SP);

— Gustavo Gayer (PL-GO);

— Sargento Gonçalves (PL-RN).

Quais deputados votaram a favor da suspensão de Marcel van Hattem?

— AJ Albuquerque (PP-CE);

— Albuquerque (Republicanos-RR);

— Castro Neto (MDB-PI);

— Chico Alencar (PSOL-RJ);

— Gustinho Ribeiro (PP-SE);

— Josenildo (PDT-AP);

— João Daniel (PT-SE);

— Julio Arcoverde (PP-PI);

— Luciano Amaral (PSD-AL);

— Maria do Rosário (PT-RS);

— Moses Rodrigues (União-CE);

— Nely Aquino (Podemos-MG);

— Reimont (PT-RJ).

Quais deputados não votaram na suspensão de Marcel van Hattem?

— Acácio Favacho (MDB-AP);

— Delegado Marcelo Freitas (União-MG);

— Dimas Gadelha (PT-RJ);

— Fausto Júnior (União-AM);

— Ricardo Maia (MDB-BA).

Vereadores anunciam liberação de R$ 190 mil para o hangar de helicóptero em Santa Maria

Acabou o risco de Santa Maria perder o helicóptero destinado para a Brigada Militar, que inclusive já criou o Batalhão de Aviação de Santa Maria e destinou pilotos e técnicos para a unidade. Sem um hangar, não será possível trazer o helicóptero para a cidade. O Consepro apontou a falta de R$ 200 mil para as obras do hangar. Ontem, porém, os vereadores Tubias Calil e Coronel Vargas, ambos do PL, anunciaram em comunicado conjunto, que irão destinar R$ 190 mil para as obras do hangar:

“Junto com o vereador Coronel Vargas, estamos destinando R$ 190 mil para a construção de um hangar que irá abrigar o helicóptero da Brigada Militar, já anunciado ao nosso município”, afirmou Tubias Calil ao lado do seu colega de bancada, coronel Vargas.

Coincidência: Ypê fez doação para campanha de Bolsonaro em 2022. Agora, recebeu sanção inédita da Anvisa

A família controladora da Ypê (Química Amparo) doou, em 2022, R$ 1 milhão para a campanha de Jair Bolsonaro. Posteriormente, foi condenada por assédio eleitoral por fazer live pró-Bolsonaro para funcionários. Nos últimos meses, a Anvisa (Agência Nacional de vigilância Sanitária) fez um intensivo na empresa, culminando com a segunda suspensão de vários produtos Ypê (detergentes, sabões e desinfetantes) de lotes terminados em “1” por risco de contaminação microbiana. A empresa diz que os produtos são seguros e que a decisão é arbitrária.

A Ypê informou nessa sexta-feira (8) que apresentou um recurso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra a determinação de recolhimento dos seus produtos nos supermercados. Com a medida, a proibição de fabricar e comercializar lava-louças, lava-roupas e desinfetantes teve os efeitos suspensos. Segundo a empresa, a produção e venda dos itens foram retomados.

MPF confirma que arquivou denúncia do uso da bandeira do Brasil em sacolas da Havan

Após a grande repercussão do fato, o Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF-MS) arquivou, na última quarta-feira (7), uma Notícia de Fato aberta após uma denúncia contra a Havan S.A. pelo uso da bandeira do Brasil em sacolas plásticas da empresa. O órgão concluiu que o uso do símbolo nacional nas embalagens “por si só, não configura ofensa” à Lei n.º 5.700/71, que trata dos símbolos nacionais.

Entenda o caso das sacolas

Luciano Hang, o dono das lojas Havan, recebeu uma notificação do Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul por usar a bandeira do Brasil em sacolas. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, ele comentou a situação ao lado de um diretor da empresa e acusando a medida de perseguição política. “Recebemos uma notificação dizendo que nós não podemos utilizar a bandeira do Brasil nas nossas sacolas”, afirmou.

Para Hang, a situação é o extremo oposto do que acontece nos EUA, onde a bandeira do país costuma ser usada em todos os lugares: “Nos Estados Unidos, quando você vê um filme, você vê bandeira pra tudo quanto é lugar. Até no papel higiênico tem a bandeira americana. Aqui, estão pegando no pé”.

* Flavio Pereira (Instagram: @flaviorrpereira)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Adalberto Meneguzzi
9 de maio de 2026 08:15

Querem apenas beneficiar a marca Minuano, que é da Família Batista, ou seja, JBS!
Esquerda podre!!!

Diplomacia da urgência
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