Domingo, 02 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 30 de maio de 2021
Ministro da Saúde anunciou visita ao agreste de Pernambuco devido a pressão no sistema de saúde
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilDiante de um possível aumento do número de casos e mortes pela covid-19, nas próximas semanas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu que o País concilie “a saúde com a retomada da economia”. Em discurso na cidade de Iguape, no interior de São Paulo, o ministro afirmou ser preciso “tranquilizar a população brasileira para que ela possa conosco enfrentar esse desafio sanitário”.
A fala de Queiroga ocorre no momento em que alguns estados brasileiros sentem os primeiros sinais de recrudescimento da pandemia. O próprio ministro afirmou, nesta semana, não descartar uma uma “terceira onda” da doença, embora não tenha havido queda expressiva dos indicadores desde o pico de abril.
Um dos locais a ser visitado pelo ministro é Pernambuco, estado com de 90% dos leitos de UTI ocupados hoje por pacientes com covid-19. Queiroga está a caminho do estado nordestino neste sábado.
“Vou para o Recife e vou visitar a região do agreste pernambucano, que teve um aumento de casos uma pressão sob o sistema de saúde, e nós vamos levar concentradores de oxigênio para socorrer aquela região”, explicou.
O estado de Pernambuco e outras duas unidades da federação foram alvos de um recurso do presidente Jair Bolsonaro, no STF (Supremo Tribunal Federal), contra as medidas de restrição de mobilidade visando reduzir a curva de contágio.
Na ação proposta pela AGU (Advocacia-Geral da União), o governo sustenta que Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraná impuseram regras que ferem “preceitos constitucionais inafastáveis”.
Em audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (26), Queiroga falou sobre a “preocupação” com a terceira onda e associou um eventual aumento de casos à flexibilização de medidas impostas por prefeitos e governadores para conter o avanço do vírus.
“A terceira onda é uma preocupação, assistimos agora a uma redução da tendência de queda de óbitos. Isso pode ser resultado da flexibilização das medidas de bloqueio. Quando abre, naturalmente, surgem novos casos. Se essa tendência é desmesurada, vai ter uma nova pressão ao sistema de saúde, que posteriormente se reflete em óbitos. Mas também pode ser fruto de uma variante e ainda não temos essa resposta ainda”, afirmou.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Desculpe mas não vejo terror da imprensa e sim a realidade.. você precisa falar com quem já enfrentou a morte na família ou com quem se recuperou e apresenta sequelas graves que impossibilita o retorno a vida normal… A culpa não da imprensa não.. me desculpe!
O problema q à imprensa em vez de ajudar aterroriza as pessoas🥲fazem as pessoas sofrem antes de acontecer,e nem sempre acontece o sofrimento antecipado é destruidor principalmente aquelas pessoas q tem já algum problema.
Na verdade ninguém sabe corretamente o que é melhor. Se correr o bicho pega, mas se parar o bicho come.Em nenhum pais do mundo encontraram a forma ideal de conciliar a economia com o combate a Covid. Quanto a participação da imprensa no assunto Covid, existe duas correntes dominando e influênciando a opinião pública, uma que tenta trabalhar com seriedade e outra que distorce as notícias para gerar contraditórios. E num pais com mais de 35 milhões de pessoas com idade avançada e outro tanto de jovens que sofreram durante sua formação de lavagem cerebral da esquerda, só podemos esperar… Leia mais »