Quinta-feira, 11 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 3 de junho de 2026
Caso deve ser julgado de forma presencial; data ainda será marcada. Na foto, Eduardo Bolsonaro
Foto: Al Drago/BloombergO ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou para julgamento a ação contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que é acusado coação no curso do processo por sua atuação nos Estados Unidos.
O caso deve ser julgado de forma presencial. A data da análise ainda não foi marcada. Esse agendamento cabe ao ministro Flávio Dino, que é presidente da Primeira Turma do STF.
Em maio, Moraes, que é o relator do caso, pediu as chamadas alegações finais à PGR (Procuradoria-Geral da República) e à defesa de Eduardo. As alegações são a última oportunidade que cada parte tem para manifestar seus argumentos para condenação ou absolvição do réu nos autos do processo.
A PGR pediu a condenação de Eduardo. De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Eduardo atuou de forma “continuada” para constranger ministros da Corte e interferir no andamento das ações relacionadas à tentativa de golpe de Estado.
Ainda segundo a PGR, o ex-parlamentar articulou nos Estados Unidos medidas de pressão internacional contra integrantes do Supremo, incluindo sanções econômicas e diplomáticas, com o objetivo de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“As condutas criminosas estruturaram-se em torno da ameaça de obtenção de sanções estrangeiras, significativamente graves, tanto para os Ministros do Supremo Tribunal Federal como para o Brasil – algumas delas efetivamente aplicadas, após a mobilização de agentes norte-americanos com poder de impor gravames a cidadãos brasileiros”, disse Gonet na manifestação.
Já a defesa do Eduardo, feita pela DPU (Defensoria Pública da União), argumentou que o ministro Alexandre de Moraes não poderia atuar no julgamento da ação penal pois seria a “principal vítima” das condutas atribuídas ao ex-parlamentar.
“Sem imparcialidade, o que se tem não é julgamento, mas exercício de poder puro e simples. E poder sem legitimidade, no Estado Democrático de Direito, é arbitrariedade”, afirmou a DPU na manifestação.
Eduardo réu no STF
A Primeira Turma do STF aceitou em novembro do ano passado, denúncia apresentada pela PGR contra Eduardo. Votaram pelo recebimento da acusação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Depois, em fevereiro, o Supremo formalizou a abertura da ação penal.
A denúncia foi apresentada no âmbito do inquérito em que Bolsonaro também foi indiciado pela PF (Polícia Federal). O procurador-geral da República, no entanto, não denunciou o ex-presidente nesse caso. Bolsonaro já foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Ampliação das investigações
No mesmo inquérito que investigou Eduardo, ainda é aguardada uma manifestação da PGR a respeito de pedidos para incluir as atuações de Flávio e Jair Bolsonaro no escopo da ação.
A principal motivação para os pedidos de ampliação das apurações foi a revelação, pelo portal The Intercept Brasil, que Daniel Vorcaro teria financiado um filme biográfico sobre Jair, que tem produção americana. Segundo o jornal, Eduardo seria o principal operador dos valores cedidos pelo banqueiro.
As solicitações buscam apurar uma possível conexão entre o financiamento do filme, a atuação internacional de Eduardo Bolsonaro e a campanha de sanções contra autoridades brasileiras.
Na última semana, com a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas logo após reunião de Donald Trump com Flávio Bolsonaro, novos pedidos de investigação contra o senador foram apresentados no STF.
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TRAIDOR DA PÁTRIA! O STF marcou para 16 de junho o julgamento de EDUARDO BOLSONARO por coação e conspiração nos EUA.
Julgamento do réu Eduardo Bolsonaro por conspiração contra o Brasil já está marcado
Esses caras deveriam ser enquadrados na LEI DE SEGURANÇA NACIONAL.
Atentado à soberania (Art. 359-I): Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra contra o País ou invadi-lo.
Pena: Reclusão, de 3 a 8 anos (podendo aumentar até a metade se o país sofrer prejuízo econômico ou restrição de soberania, e até o dobro se a guerra de fato acontecer).
A família Bolsonaro não faz mais questão de esconder que atua nos Estados Unidos contra os interesses do Brasil. A proposta de impor tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, já apelidada de “Tariflávio”, e mirar o Pix expõe uma tentativa de interferência externa na economia e na política do país. O objetivo é causar desemprego no Brasil, prejudicar a economia nacional e tentar interferir no processo eleitoral usando a influência de Trump
Era ou não era bonito? ” Estados Unidos do Brasil “! Agora é República Federativa ( Aquela que fede ) do Brasil…🤡
Eduardo Bolsonaro defende que Brasil abandone Pix e adote sistema dos EUA
Olha, perna curta…
Eduardo Bolsonaro admite querer trocar Pix por sistema de pagamentos dos EUA
Então lê…
Eduardo Bolsonaro sugere que Brasil troque Pix por Zelle, dos EUA
Plataforma de pagamentos norte-americana inspirou o Pix, mas ainda tem métodos atrasados de utilização, além de custos para o usuário
Carinne Souza
04/06/2026 09:32, atualizado 04/06/2026 09:43
Te informa
Nos Estados Unidos um traidor da pátria pega Perpétua ou cadeira elétrica…
Eduardo Bolsonaro confessa que quer entregar nosso PIX ao Trump. 👇
Cara, se o coagido, segundo ele mesmo, foi ele. Como pode ele julgar a ação? E outra, o crime de coação é muito claro no código penal. Quando foi que ele foi, claramente, ameaçado pelo Eduardo? Ditadura purinha.
O que tu entende de leis, esse pilantra taxou o Brasil, em 50% depois prejudicou Alexandre de Morais, isso nem se refere a ele, mas sim a traição com o Brasil! Espero que o Eduardo Bolsonaro, venha responder no Brasil!
Mais do que tu, com certeza.
Tadinho do cabeça de manequim…
crime de coação consiste no ato de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a fazer ou deixar de fazer algo contra a sua vontade.
Esse é o crime de coação. Quando foi que ele sofreu violência ou grave ameaça? Nunca.
Esse é o outro, vão ter que pagar pelo que fizeram com o povo brasileiro. Não foi Alexandre de Morais, como esse advogado está falando, foi toda uma nação! Ou será que só o advogado não viu???
Lugar de traidor da pátria é no cadafalso
Só tem um traidor da pátria, nessa história. Alexandre de Moraes. No momento em que ele deixa de cumprir a constituição, já traiu a pátria. Mas idiotas úteis, não entendem nada de leis.
Para sua informação, meu marido foi presidente da OAB. E minha única filha é advogada, o que mais tu quer??
E mesmo com todo este conhecimento do teu lado e TU não prendeu nada.
Na próxima vaga do STF, tu vai ser o indicado pela extrema direita 🐀