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Política Ministro do Supremo Alexandre de Moraes libera para julgamento ação contra Eduardo Bolsonaro por coação

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Caso deve ser julgado de forma presencial; data ainda será marcada. Na foto, Eduardo Bolsonaro

Foto: Al Drago/Bloomberg
. (Foto: Al Drago/Bloomberg)

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou para julgamento a ação contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que é acusado coação no curso do processo por sua atuação nos Estados Unidos.

O caso deve ser julgado de forma presencial. A data da análise ainda não foi marcada. Esse agendamento cabe ao ministro Flávio Dino, que é presidente da Primeira Turma do STF.

Em maio, Moraes, que é o relator do caso, pediu as chamadas alegações finais à PGR (Procuradoria-Geral da República) e à defesa de Eduardo. As alegações são a última oportunidade que cada parte tem para manifestar seus argumentos para condenação ou absolvição do réu nos autos do processo.

A PGR pediu a condenação de Eduardo. De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Eduardo atuou de forma “continuada” para constranger ministros da Corte e interferir no andamento das ações relacionadas à tentativa de golpe de Estado.

Ainda segundo a PGR, o ex-parlamentar articulou nos Estados Unidos medidas de pressão internacional contra integrantes do Supremo, incluindo sanções econômicas e diplomáticas, com o objetivo de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“As condutas criminosas estruturaram-se em torno da ameaça de obtenção de sanções estrangeiras, significativamente graves, tanto para os Ministros do Supremo Tribunal Federal como para o Brasil – algumas delas efetivamente aplicadas, após a mobilização de agentes norte-americanos com poder de impor gravames a cidadãos brasileiros”, disse Gonet na manifestação.

Já a defesa do Eduardo, feita pela DPU (Defensoria Pública da União), argumentou que o ministro Alexandre de Moraes não poderia atuar no julgamento da ação penal pois seria a “principal vítima” das condutas atribuídas ao ex-parlamentar.

“Sem imparcialidade, o que se tem não é julgamento, mas exercício de poder puro e simples. E poder sem legitimidade, no Estado Democrático de Direito, é arbitrariedade”, afirmou a DPU na manifestação.

Eduardo réu no STF

A Primeira Turma do STF aceitou em novembro do ano passado, denúncia apresentada pela PGR contra Eduardo. Votaram pelo recebimento da acusação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Depois, em fevereiro, o Supremo formalizou a abertura da ação penal.

A denúncia foi apresentada no âmbito do inquérito em que Bolsonaro também foi indiciado pela PF (Polícia Federal). O procurador-geral da República, no entanto, não denunciou o ex-presidente nesse caso. Bolsonaro já foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Ampliação das investigações

No mesmo inquérito que investigou Eduardo, ainda é aguardada uma manifestação da PGR a respeito de pedidos para incluir as atuações de Flávio e Jair Bolsonaro no escopo da ação.

A principal motivação para os pedidos de ampliação das apurações foi a revelação, pelo portal The Intercept Brasil, que Daniel Vorcaro teria financiado um filme biográfico sobre Jair, que tem produção americana. Segundo o jornal, Eduardo seria o principal operador dos valores cedidos pelo banqueiro.

As solicitações buscam apurar uma possível conexão entre o financiamento do filme, a atuação internacional de Eduardo Bolsonaro e a campanha de sanções contra autoridades brasileiras.

Na última semana, com a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas logo após reunião de Donald Trump com Flávio Bolsonaro, novos pedidos de investigação contra o senador foram apresentados no STF.

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vanderlei stefani
4 de junho de 2026 10:04

TRAIDOR DA PÁTRIA! O STF marcou para 16 de junho o julgamento de EDUARDO BOLSONARO por coação e conspiração nos EUA.

Julgamento do réu Eduardo Bolsonaro por conspiração contra o Brasil já está marcado

ochoavanderlei@gmail.com
4 de junho de 2026 07:44

Esses caras deveriam ser enquadrados na LEI DE SEGURANÇA NACIONAL.

Atentado à soberania (Art. 359-I): Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra contra o País ou invadi-lo.
​Pena: Reclusão, de 3 a 8 anos (podendo aumentar até a metade se o país sofrer prejuízo econômico ou restrição de soberania, e até o dobro se a guerra de fato acontecer).

vanderlei stefani
3 de junho de 2026 23:38

A família Bolsonaro não faz mais questão de esconder que atua nos Estados Unidos contra os interesses do Brasil. A proposta de impor tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, já apelidada de “Tariflávio”, e mirar o Pix expõe uma tentativa de interferência externa na economia e na política do país. O objetivo é causar desemprego no Brasil, prejudicar a economia nacional e tentar interferir no processo eleitoral usando a influência de Trump

eduardo rodrigues
3 de junho de 2026 23:17

Era ou não era bonito? ” Estados Unidos do Brasil “! Agora é República Federativa ( Aquela que fede ) do Brasil…🤡

vanderlei stefani
3 de junho de 2026 22:21

Eduardo Bolsonaro defende que Brasil abandone Pix e adote sistema dos EUA

eduardo rodrigues
3 de junho de 2026 23:18
Responder para  vanderlei stefani

Olha, perna curta…

vanderlei stefani
4 de junho de 2026 10:22
Responder para  eduardo rodrigues

Eduardo Bolsonaro admite querer trocar Pix por sistema de pagamentos dos EUA

vanderlei stefani
4 de junho de 2026 09:49
Responder para  eduardo rodrigues

Então lê…
Eduardo Bolsonaro sugere que Brasil troque Pix por Zelle, dos EUA
Plataforma de pagamentos norte-americana inspirou o Pix, mas ainda tem métodos atrasados de utilização, além de custos para o usuário
Carinne Souza
04/06/2026 09:32, atualizado 04/06/2026 09:43

vanderlei stefani
3 de junho de 2026 23:38
Responder para  eduardo rodrigues

Te informa

ochoavanderlei@gmail.com
3 de junho de 2026 22:20

Nos Estados Unidos um traidor da pátria pega Perpétua ou cadeira elétrica…

vanderlei stefani
3 de junho de 2026 21:01

Eduardo Bolsonaro confessa que quer entregar nosso PIX ao Trump. 👇

1000033601
Emerson
3 de junho de 2026 17:07

Cara, se o coagido, segundo ele mesmo, foi ele. Como pode ele julgar a ação? E outra, o crime de coação é muito claro no código penal. Quando foi que ele foi, claramente, ameaçado pelo Eduardo? Ditadura purinha.

Eloa Gute
3 de junho de 2026 20:34
Responder para  Emerson

O que tu entende de leis, esse pilantra taxou o Brasil, em 50% depois prejudicou Alexandre de Morais, isso nem se refere a ele, mas sim a traição com o Brasil! Espero que o Eduardo Bolsonaro, venha responder no Brasil!

Emerson
4 de junho de 2026 11:02
Responder para  Eloa Gute

Mais do que tu, com certeza.

eduardo rodrigues
3 de junho de 2026 23:19
Responder para  Eloa Gute

Tadinho do cabeça de manequim…

Emerson
3 de junho de 2026 17:12
Responder para  Emerson

crime de coação consiste no ato de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a fazer ou deixar de fazer algo contra a sua vontade.
Esse é o crime de coação. Quando foi que ele sofreu violência ou grave ameaça? Nunca.

Eloa Gute
3 de junho de 2026 16:29

Esse é o outro, vão ter que pagar pelo que fizeram com o povo brasileiro. Não foi Alexandre de Morais, como esse advogado está falando, foi toda uma nação! Ou será que só o advogado não viu???

vanderlei stefani
3 de junho de 2026 15:20

Lugar de traidor da pátria é no cadafalso

Emerson
3 de junho de 2026 17:10
Responder para  vanderlei stefani

Só tem um traidor da pátria, nessa história. Alexandre de Moraes. No momento em que ele deixa de cumprir a constituição, já traiu a pátria. Mas idiotas úteis, não entendem nada de leis.

Eloa Gute
3 de junho de 2026 20:37
Responder para  Emerson

Para sua informação, meu marido foi presidente da OAB. E minha única filha é advogada, o que mais tu quer??

César
3 de junho de 2026 21:18
Responder para  Eloa Gute

E mesmo com todo este conhecimento do teu lado e TU não prendeu nada.

vanderlei stefani
3 de junho de 2026 17:44
Responder para  Emerson

Na próxima vaga do STF, tu vai ser o indicado pela extrema direita 🐀

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