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Basquete Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, aos 68 anos

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Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da Seleção Brasileira.

Foto: Reprodução
Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da Seleção Brasileira. (Foto: Arquivo pessoal)

O Brasil e o mundo perderam um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos. Nessa sexta-feira (17), às 14h08, morreu Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, aos 68 anos. Maior pontuador da história das Olimpíadas, o astro deixou a mulher, Maria Cristina, e dois filhos, Felipe e Stephanie. Ele sofreu parada cardiorrespiratória e foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), na Grande São Paulo, mas não resistiu.

Em um comunicado, a família de Oscar destacou a luta de 15 anos do ex-atleta contra um tumor cerebral.

“Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida. Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, diz um trecho da declaração da família.

O corpo de Oscar será cremado, e, segundo outro trecho do comunicado, a cerimônia de despedida não será pública.

“A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.”

Ala-armador, Oscar foi considerado um fenômeno do basquete pelo mundo inteiro, e os feitos do jogador o levaram a ser reverenciado tanto em sua terra natal, quanto no resto do mundo. O dono da camisa 14 do Brasil detém muitos recordes, como o de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos e da seleção, com 1.093 e 7.693 pontos, respectivamente.

Até o berço do basquete, os Estados Unidos, se curvou a Oscar. Mesmo sem fazer uma única temporada pela NBA e abdicando de um lugar na liga para atuar na seleção brasileira, os americanos reconheceram por várias vezes a importância do Mão Santa para a modalidade.

Neste mês de abril, Oscar foi introduzido ao Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil. O ala-armador participou de cinco edições de Olimpíadas e é, até hoje, o único a ter superado a marca de 1.000 pontos nos Jogos. Mão Santa ainda integra o Hall da Fama do Basquete e o Hall da Fama da NBA.

 

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Carlos Heinze
17 de abril de 2026 23:23

legenda.simbolo do esporte

vanderlei stefani
17 de abril de 2026 18:03

Descansa em paz GUERREIRO

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