Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 26 de setembro de 2016
Parentes e amigos de uma técnica em enfermagem de 38 anos que morreu após se ferir ao manusear uma agulha usada em um paciente no Pronto-Socorro fizeram um protesto. A Prefeitura de Itaúna (MG), que administra o hospital, disse que começou uma investigação. O resultado ainda não saiu.
A profissional passou por uma bateria de exames sorológicos preconizados de anti-HIV, Hepatite B e Hepatite C em Itaúna. Os resultados foram negativos para possíveis infecções. Por meio de nota, o Pronto-Socorro informou que a técnica de enfermagem não tinha histórico conhecido de doença crônica. Na ocasião do acidente, além da enfermeira, o paciente envolvido também passou pelos mesmos exames e os resultados foram negativos. Uma semana depois, exames complementares evidenciavam na mulher plaquetopenia, leucopenia e distúrbio de coagulação.
A unidade ainda disse que aguarda resultados dos novos exames para determinar a causa da morte. (AG)
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