Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 29 de dezembro de 2015
A morte do líder da banda britânica Motörhead, Lemmy Kilmister, significa também o fim do grupo, afirmou nesta terça-feira (29) o baterista do trio, Mikkey Dee, ao jornal sueco “Expressen”.
O icônico baixista e vocalista morreu nesta segunda-feira (28) aos 70 anos de idade. Ele estava em casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e foi vítima de uma forma de câncer “extremamente agressiva”, segundo comunicado. A doença havia sido diagnosticada no sábado (26).
“O Motörhead acabou, claro. Lemmy era o Motörhead, mas a banda vai continuar viva na memória de muita gente”, afirmou o baterista ao “Expressen”.
“Não faremos mais turnês. E não haverá mais discos. Mas a marca sobrevive, em Lemmy vive no coração de todos.”
Mikkey Dee lembrou também que a saúde de Lemmy estava comprometida nas últimas apresentações do Motörhead. “Ele estava terrivelmente magro, gastava toda a energia no palco e depois ficava muito, muito cansado”, disse o músico.
“Era inacreditável que ele conseguisse tocar, que tenha conseguido terminar a turnê europeia. Isso aconteceu apenas 20 dias atrás. Inacreditável”, continou o baterista. Para ele, o Motörhead encerrou a carreira da melhor maneira possível.
“É fantástico que nós tenhamos sido capazes de terminar a turnê com ele [Lemmy]. Me alegra que não tenhamos cancelado por causa do Lemmy. Me sinto incrivelmente grato por todos esses anos, e nos divertimos muito juntos.”
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