Terça-feira, 18 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 7 de março de 2023
Cumprindo liminares de reintegração de posse dadas pela Justiça, a Polícia Militar realizou, nessa terça-feira (7), a retirada de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que há oito dias ocupavam três fazendas de reflorestamento da empresa Suzano, no Sul da Bahia. Não houve conflitos. Nesta quarta (8), representantes do MST, da Suzano e do governo da Bahia sentam à mesa com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, em Brasília, para discutir o fim da situação na região.
Cerca de 1.500 sem terra estavam acampados nas áreas desde o dia 27 de fevereiro, na primeira onda de invasões do MST no governo Lula. O movimento alegou que a Suzano havia deixado de cumprir um acordo para assentar famílias na região, o que a empresa nega.
A primeira a ser desocupada ainda de manhã, com a chegada do contingente da PM, foi a fazenda de Mucuri. Em seguida, os sem terra foram retirados das fazendas de Caravelas e de Teixeira de Freitas. Equipes de assistência social da empresa e do governo baiano acompanharam a saída dos militantes. Os grupos seguiram em marcha para acampamentos da região.
A reunião foi marcada depois que representantes da Suzano pediram a intervenção do ministro para solucionar o conflito. Segundo Teixeira, além das partes envolvidas, o encontro terá a participação de secretários do governo da Bahia. A condição imposta pela Suzano para a negociação seria a desocupação das áreas invadidas, o que aconteceu nesta terça. “O objetivo é retomar o diálogo interrompido há sete anos na Bahia”, disse o ministro.
De acordo com o MST, quando as empresas de celulose se estabeleceram na região, houve conflitos com os pequenos produtores que ocupavam as áreas. Na época, as empresas Veracel, Fíbria e Suzano, com a intermediação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), teriam se comprometido a assentar cerca de 2 mil famílias na região.
Segundo o MST, a Suzano não cumpriu integralmente o acordo. Em nota, a empresa disse que “a completa entrega das áreas pela Suzano depende de processos públicos que ainda não ocorreram ou foram implementados pelo Incra”.
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Esse tal de MST devia ser banido, pois não produz nada e ainda atrapalha quem quer produzir.
Movimento fora da lei, que tem no lulopetismo o seu alicerce para invadir, se apropriar e destruir o que não lhe pertence legalmente.
Querem o espaço para lotear e vender logo mais à frente.
São atos terroristas por que alexandre e sua gang não os prendem?
Quem financia este deslocamento de 1.500 pessoas.
Quem organiza essas invasões e pura mente política.
Como não saber que as fazendas são produtiva.
Sem falar que um dos principais líder deste movimento pra ganhar dinheiro fácil a custa de coitado está preso