Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 7 de janeiro de 2017
Engravidar de quadrigêmeos naturalmente já é muito difícil. Para quem está fazendo quimioterapia, então, é raríssimo, mas não impossível. Kayla Gaytran foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin em janeiro de 2016 e estava em remissão após cinco meses de quimioterapia quando descobriu que estava grávida de quadrigêmeos.
Ela contou em entrevista à revista “US Weekly” que os médicos tinham dito que ter um bebê depois da quimioterapia seria muito improvável. “Mas quando eu fiz o ultrassom havia quatro bebês lá”, contou Kayla, de 29 anos.
Em novembro, Kayla começou a perceber os sintomas do câncer novamente. “Ela estava com os gânglios inchando. E tinha o que é chamado de coceira do Hodgkin, que é basicamente uma coceira em todo o corpo”, disse o marido de Kayla, Charles, de 26 anos.
Foi então que os médicos decidiram antecipar o parto dos quadrigêmeos. Lillian, Victoria, Charles e Michael nasceram de cesariana em 30 de dezembro, após 30 semanas de gestação. A mãe começou o tratamento imediatamente, e de acordo com a rede de TV “WKRN”, o processo deve durar cerca de 16 meses.
Os médicos lhe deram uma chance de 50 por cento de sobrevivência nos próximos cinco anos. Kayla está determinada a viver. “Tenho seis filhos, e eu tenho o meu marido, e eles são realmente o que está me empurrando para frente”, afirmou Kayla, que tem duas filhas além dos quadrigêmeos, uma de 12 anos e outra de 2 anos.
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