Quinta-feira, 18 de junho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Na Austrália, os profissionais de saúde poderão ser punidos por declarações antivacinação contra o coronavírus

Compartilhe esta notícia:

Inicialmente, a orientação da pasta havia sido pela manutenção de estoques para aplicação da segunda dose dos imunizantes. (Foto: Cesar Lopes/PMPA)

Na Austrália, profissionais de saúde que disseminarem informações antivacinação contra a Covid-19 poderão enfrentar penalidades severas, incluindo perder sua licença profissional, segundo o jornal australiano Sydney Morning Herald.

Os conselhos médicos nacionais e a Agência Reguladora de Profissionais de Saúde Australiana (AHPRA, na sigla em inglês) divulgaram uma diretriz conjunta alertando os funcionários da área de que correm o risco de sofrer uma ação regulatória se espalharem informações falsas ou enganosas aos pacientes ou nas redes sociais que possam prejudicar o programa nacional de vacinação contra a doença.

“Não há lugar para mensagens antivacinação na prática profissional de saúde, e qualquer promoção de alegações antivacinação, incluindo nas redes sociais e publicidade, pode estar sujeita a ações regulatórias”, disse o porta-voz dos conselhos médicos australianos e presidente do Conselho de Farmácia, Brett Simmonds, em nota.

Simmonds destacou que todos os médicos registrados têm um papel fundamental a desempenhar, garantindo que forneçam informações precisas e baseadas em evidências aos pacientes sobre as vacinas contra a Covid-19. Ele acrescentou que os conselhos médicos nacionais apoiam o programa de vacinação, e incentivam todos os profissionais de saúde registrados a serem imunizados, a menos que exista contraindicação médica.

“Os códigos de conduta para cada uma das profissões de saúde registradas explicam as obrigações de saúde pública dos profissionais, incluindo a participação nos esforços para promover a saúde da comunidade e o cumprimento das obrigações para prevenção de doenças”, acrescentou Simmonds.

A declaração conjunta foi apoiada por todos os conselhos nacionais de profissionais de saúde da Austrália, incluindo os de medicina, enfermagem e obstetrícia, farmácia, odontologia, quiropraxia, medicina chinesa, paramedicina e osteopatia.

Segundo o jornal Sydney Morning Herald, em setembro, a AHPRA e os conselhos de medicina do país confirmaram ter recebido reclamações sobre médicos e outros profissionais de saúde que espalhavam mensagens antivacinação e teorias de conspiração sobre a Covid-19 em grupos de redes sociais semiprivados, em violação direta das leis que os proíbem de espalhar alegações falsas.

O jornal O Globo questionou o Conselho Federal de Medicina se defende medida similar em relação aos profissionais no Brasil. O CFM respondeu que, até o momento não teve contato formal e acesso aos termos do documento feito pelas autoridades médicas da Austrália. Mauro Ribeiro, presidente do Conselho, destacou que “o CFM, assim como os médicos brasileiros, são incondicionalmente a favor da vacinação”. As informações são do jornal O Globo.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

A vacina da Pfizer tem eficácia de 97% contra casos sintomáticos do coronavírus
Drive-thru para diagnóstico do coronavírus entra em operação em universidade em Porto Alegre
Pode te interessar