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Política “Nada nem ninguém haverá de intimidar” o Congresso, diz o presidente do Senado sobre desfile militar em Brasília

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Presidente do Senado diz que pedidos de impeachment não podem ser banalizados. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou durante sessão da Casa desta terça-feira (10), que “nada nem ninguém” intimidará as prerrogativas dos parlamentares.

Pacheco deu a declaração horas após tanques militares desfilarem na Esplanada dos Ministérios para que as Forças Armadas entregassem ao presidente Jair Bolsonaro um convite para um evento militar.

O desfile ocorreu no dia em que a Câmara analisava uma proposta que estabelece o voto impresso no Brasil – e, por isso, foi visto por parlamentares como uma tentativa de intimidação.

“Essa manifestação de hoje [terça], o desfile de tanques das Forças Aramadas, e que muitos senadores apontaram como algo que seria indevido, inoportuno, um tanto aleatório, devo dizer para aqueles que assim interpretaram que está reafirmado o nosso compromisso com a democracia e, absolutamente, nada, nem ninguém, haverá de intimidar as prerrogativas do Parlamento”, afirmou o presidente do Senado.

Pacheco disse não interpretar o desfile militar como “algo que seja consistente de intimidação ao Parlamento”.

Apesar disso, o presidente do Congresso afirmou que é necessário “afirmar e reafirmar sempre” a responsabilidade com a obediência à Constituição Federal.

Em outro momento do discurso, Pacheco declarou que os congressistas estão “prontos” para reagir a “arroubos” e “bravatas”.

“Sem supervalorizar aquilo que não deve ser valorizado, mas, absolutamente, atentos a todas as manifestações que possam constituir algum tipo de constrangimento ou de intimidação ao Congresso, estaremos sempre prontos todos nós, e isso é algo que nos converge, todos nós, prontos para reagir a arroubos, a bravatas, a ações que definitivamente não calham no estado democrático de direito”, acrescentou.

Antes da declaração de Pacheco, outros senadores já haviam comentado o episódio. O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), por exemplo, chamou o desfile militar de “cena patética” e declarou que “não haverá golpe contra a democracia”.

O tema foi introduzido na sessão do Senado desta terça pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM). O parlamentar citou a trajetória do partido na luta contra a ditadura militar e se posicionou em defesa da democracia e das eleições.

“Tenho muito orgulho de dizer ao povo brasileiro que nós, do MDB, temos compromisso permanente com a democracia. Não à ditadura e sim à liberdade do povo brasileiro, que haverá de, no ano que vem, de forma soberana, povo brasileiro, que haverá de, no ano que vem, de forma soberana, comparecer às urnas e praticar o seu direito sagrado ao voto, estabelecendo, com isso, mais um mandato sob a vontade soberana do povo”, afirmou o emedebista.

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Paulo Ricardo Menegaz
11 de agosto de 2021 01:51

O povo um dia há de intimidar o Congresso!

Novededos Silva
11 de agosto de 2021 13:00

Quadrilhas Organizadas…..!!
Era só ter “negociado” com os Partidos …. algum Ministério, a Petrobras…. que conseguiriamos aprovar….qualquer coisa…
O Modelo de “governabilidade” , implantado pelo lulaladrão…. acostumou muito mal este pessoal….

Tecladista Flc
11 de agosto de 2021 15:00

Rodrigo Pacheco, não fale coisas, que o senhor não sabe, como presidente do senado não é nada, apenas mais um corrupto a serviço de organizações criminosas, o povo brasileiro lhe tira desta cadeira , pois os tanques foram um aviso que o senhor não soube interpretar bem, senado e câmara estão poluidos por gente indiciada por varios crimes, e não tem mais credibilidade e respeito dos brasileiros, como também o STF, portanto não seja arrogante e diga menos besteiras, pois a corda já esta bem esticada e prestes a arrebentar e o senhor e estes seus protegidos e mandantes vão… Leia mais »

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