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Economia Não há indicação de desabastecimento no mercado de combustíveis no momento, diz agência reguladora

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Petrobras informou ao mercado que não atenderá completamente a demanda das distribuidoras de novembro, gerando temores de desabastecimento.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Petrobras informou ao mercado que não atenderá completamente a demanda das distribuidoras de novembro, gerando temores de desabastecimento. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) afirmou nesta terça-feira (19) em nota que “não há indicação de desabastecimento no mercado nacional de combustíveis, nesse momento”, após a Petrobras informar ao mercado que não atenderá completamente a demanda das distribuidoras de novembro.

Em comunicado, a petroleira afirmou que recebeu uma “demanda atípica” de pedidos de fornecimento de combustíveis para o próximo mês, muito acima dos meses anteriores e de sua capacidade de produção, e que apenas com muita antecedência conseguiria se programar para atendê-los.

“A ANP segue realizando o monitoramento da cadeia de abastecimento e adotará, caso necessário, as providências cabíveis para mitigar desvios e reduzir riscos”, disse a ANP em nota.

Na semana passada a Associação das Distribuidoras de Combustíveis Brasilcom – que representa mais de 40 distribuidoras regionais de combustíveis – afirmou que a Petrobras teria avisado diversas associadas sobre “uma série de cortes unilaterais nos pedidos feitos para fornecimento de gasolina e óleo diesel” para novembro.

Para a associação, “as reduções promovidas pela Petrobras, em alguns casos chegando a mais de 50% do volume solicitado para compra, colocam o País em situação de potencial desabastecimento”.

Isso porque, segundo a Brasilcom, as empresas não estão conseguindo comprar combustíveis no mercado externo, pois os preços do mercado internacional “estão em patamares bem superiores aos praticados no Brasil”.

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