Sábado, 16 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 13 de maio de 2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira (12) que não precisa da ajuda do presidente da China, Xi Jinping, para encerrar a guerra que os EUA trava contra o Irã no Oriente Médio. “Eu não acho que precisamos de qualquer ajuda do Xi (Jinping) com o Irã. Eles (Irã) farão a coisa certa ou nós terminaremos o trabalho”, declarou Trump ao deixar a Casa Branca para embarcar no Air Force One a caminho de Pequim.
O presidente dos EUA minimizou as divergências com Xi sobre o Irã e as consequências do conflito sobre o mercado global de petróleo. “Nós vamos ter uma longa conversa dobre isso. Acho que ele tem sido relativamente bom, para ser sincero com você”, afirmou.
No entanto, minutos depois, Trump acrescentou: “Temos muitas coisas para conversar, e o Irã não deve ser uma delas, para ser sincero com você, porque temos o Irã sob controle”.
Trump afirmou ainda que Xi Jinping também irá aos Estados Unidos antes do fim deste ano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nessa quarta-feira (13) à China, onde foi recebido pelo líder chinês, Xi Jinping, para discutir assuntos considerados sensíveis, incluindo a guerra no Irã, tensões relacionadas à ilha de Taiwan e disputas comerciais e militares entre as duas potências.
O americano chegou a Pequim pouco antes das 20h locais, segundo a imprensa estatal chinesa. Ao desembarcar, foi recepcionado por uma comitiva liderada pelo vice-líder chinês, Han Zheng, e jovens com bandeiras dos dois países. Por volta das 23h dessa quarta-feira no horário de Brasília (quinta-feira na China), Trump foi recebido por Xi Jinping.
No encontro, Trump deverá discutir o assunto com Xi na expectativa de que a China use sua influência sobre Teerã e a própria necessidade de abastecimento energético para pressionar o regime a reabrir Hormuz. Na véspera da chegada do republicano, o chanceler chinês, Wang Yi pediu ao Paquistão intensifique seus esforços de mediação entre Teerã e Washington, segundo a agência estatal Xinhua.
A viagem também ocorre sob forte tensão em torno de Taiwan. A China voltou a condenar, nesta quarta, as vendas de armas americanas para a ilha. A porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China, Zhang Han, afirmou que Pequim “se opõe firmemente” a qualquer cooperação militar entre Washington e Taipé.
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