Quarta-feira, 13 de maio de 2026

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Esporte Nenê quer seguir jogando aos 45 anos, mas permanência no Juventude depende de acordo

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Clube gaúcho, rebaixado à Série B, avalia renovar com o veterano mediante redução salarial e possível contrato curto.

Foto: Fernando Alves/Juventude
Clube gaúcho, rebaixado à Série B, avalia renovar com o veterano mediante redução salarial e possível contrato curto. (Foto: Fernando Alves/Juventude)

Ao fim da última rodada do Brasileirão, no domingo (7), o atacante Nenê deixou claro que deseja seguir atuando em 2026, ano em que completará 45 anos. Em entrevista, o meia afirmou que ainda se sente bem fisicamente e vê o Juventude como uma opção real para continuar jogando.

“Tenho vontade. No começo do ano eu tinha o pensamento de parar, mas fisicamente ainda me sinto bem. Com certeza o Juventude é uma opção para continuar”, disse o jogador.

Apesar do desejo do atleta, a permanência não depende apenas de sua vontade. Rebaixado para a Série B, o Juventude terá um orçamento reduzido em 2026 e precisará enxugar a folha salarial. Parte do elenco deve ser negociada para equilibrar as contas, e Nenê, um dos jogadores mais caros do grupo, só poderá renovar mediante readequação salarial.

O contrato atual do meia vai até o fim deste mês.

Segundo apuração da ESPN, a diretoria jaconera já vinha discutindo com Nenê a possibilidade de aposentadoria e até mesmo a oferta de um cargo interno no clube. Os dirigentes, porém, sabiam que a chance de o veterano optar por seguir jogando era real, dada sua competitividade e histórico de longevidade.

O Juventude não descarta a continuidade do camisa 10 e deve se reunir com ele na próxima semana. A diretoria aguardava o parecer da nova comissão técnica, comandada por Maurício Barbieri, que assumiu o time na última quinta-feira (11).

Entre as alternativas em discussão estão:

* redução salarial significativa;

* contrato mais curto, não necessariamente até o fim da temporada;

* ajustes que permitam ao clube manter o atleta sem comprometer o orçamento.

Internamente, a avaliação é de que a renovação é possível, desde que “os dois lados cedam um pouco”.

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