Sábado, 03 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 20 de agosto de 2025
Segundo informações da agência de notícias Reuters, três navios de guerra americanos devem chegar nesta quarta-feira (20) à costa do país
Foto: ReproduçãoO ditador venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou que “nenhum império vai tocar o solo sagrado da Venezuela” depois que os Estados Unidos ordenaram a movimentação de navios navais na região para conter o narcotráfico.
Maduro fez o comentário durante uma reunião de trabalho televisionada na terça-feira (18) com governadores e prefeitos em Caracas. Ele estava acompanhado do ministro da Justiça do país, Diosdado Cabello.
“Defendemos nossos mares, nossos céus e nossas terras. Nós os libertamos. Nós os vigiamos e os patrulhamos. Nenhum império tocará o solo sagrado da Venezuela, nem deve tocar o solo sagrado da América do Sul”, enfatizou no discurso.
Três navios de guerra americanos devem chegar nesta quarta-feira (20) à costa da Venezuela, em uma operação militar voltada ao combate ao narcotráfico na América Latina. A informação foi divulgada pela agência Reuters na segunda-feira (18).
As fontes disseram que os navios são o USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson. Um outro funcionário dos EUA disse à Reuters que, no total, cerca de 4.000 marinheiros e fuzileiros navais devem estar comprometidos com os esforços da administração Trump na região sul do Caribe.
O oficial americano, que falou sob a condição de anonimato, disse que o compromisso adicional de recursos militares na região incluiria vários aviões espiões P-8, navios de guerra e pelo menos um submarino de ataque.
A autoridade alegou que o processo estaria em andamento por vários meses e o plano era para eles operarem no espaço aéreo internacional e em águas internacionais.
Os recursos navais podem ser usados não apenas para realizar operações de inteligência e vigilância, mas também como plataforma de lançamento para ataques direcionados se uma decisão for tomada, acrescentou a autoridade.
Resposta dos EUA
Na terça-feira (19), no entanto, um funcionário do Departamento de Defesa respondeu que atualmente não há embarcações americanas na área da Venezuela e que os navios não receberam ordens para prosseguir para lá.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, foi questionada sobre um possível envio de tropas para a Venezuela, após relatos de aumento militar. Segundo ela, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está disposto a interromper o fluxo de drogas.
“O presidente Trump tem sido muito claro e consistente. Ele está disposto a usar todas as ferramentas à sua disposição para interromper o fluxo de drogas para o nosso país e levar os responsáveis à justiça”. Ela também reiterou a posição do governo americano de que Maduro “não é um presidente legítimo”. Washington e Caracas não mantêm relações diplomáticas bilaterais formais desde 2019.
O governo venezuelano rejeitou a acusação de Washington sobre tráfico de drogas, dizendo em um comunicado que os Estados Unidos estavam recorrendo a “ameaças e difamação”.
No início do mês, os Estados Unidos dobraram a recompensa por informações que levem à prisão de Nicolás Maduro. Agora o valor passa a ser US$ 50 milhões, ante a US$ 25 milhões anunciados inicialmente.
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Sonha, Marcelino…
Mais fácil o teu encantador ir preso junto com o cumpanhero narcotraficante…
Vai lá, tio sam, levar chumbo no rabo….quaquaquaqua
O lulopetismo e seus puxadinhos associados estão apavorados com a operação militar dos EUA para prender narcotraficantes internacionais de drogas, entre estes o Maduro, cumpanhero ditador “socialista” de estimação da extrema esquerda brasileira…
Será que depois de preso ele vai abrir o bico sobre as suas relações de “amizade” com o lulopetismo ??????
Nicolas Maduro está formando uma milícia, pois as forças armadas que possui podem tremer nas bases. Daí me pergunto: como um povo massacrado e faminto terá coragenm de lutar em defesa de seu algoz? Se Maduro precisar de gente, parece que há muitos aqui no Brasil interessados em apoiar sua democracia relativa.
A história mostra que as intervenções militares norte-americanas em diferentes partes do mundo foram sempre justificadas com pretextos frágeis ou fabricados.
No Iraque, falou-se em armas de destruição em massa que nunca apareceram;
Outro que só late ,na hora que o laranjao vier atrás dele ele vai sumir!!