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Copa do Mundo 2026 Neste domingo, Messi é favorito ao prêmio de craque da Copa, mesmo se a Argentina não conquistar o título

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Até aqui, o camisa 10 participou de gols em todos os jogos que disputou no torneio. (Foto: Reprodução)

Artilheiro, decisivo e líder, aos 39 anos, de uma campanha heroica da Seleção Argentina até a final. Lionel Messi caminha a passos largos para receber a Bola de Ouro da Copa do Mundo, prêmio dado pela Fifa ao melhor jogador do Mundial — mesmo em caso de título da Espanha neste domingo (19).

Favorito, o camisa 10 da Argentina pode ser o primeiro jogador a conquistar o troféu pelo segundo Mundial consecutivo e o único a receber o prêmio em três ocasiões — foi eleito também em 2014 e 2022.

Diferentemente do prêmio The Best, da Fifa, e da Bola de Ouro, da revista France Football, que abrangem toda a temporada, o prêmio leva em conta exclusivamente o que aconteceu no Mundial. Por isso, o favoritismo é de Messi, autor de oito gols e quatro assistências até aqui. Seria preciso uma atuação desastrosa e negativamente decisiva — ou alguma exibição muito fora de série de um concorrente — para o craque argentino ter o prêmio ameaçado.

Messi, inclusive, consegue o feito de chegar à final com um favoritismo ao prêmio ainda maior que em 2022, quando foi protagonista na campanha vitoriosa da Argentina no Catar, e em 2014, quando teve a eleição contestada no vice de sua seleção para a Alemanha. Na última Copa, as casas de apostas pagavam uma cotação média de 1,3 para o argentino ser eleito o melhor jogador do torneio (valor pago para cada unidade de moeda apostada). Desta vez, a cotação é de 1,1. Ou seja, há um entendimento geral de que a probabilidade de isso acontecer é ainda maior do que na última edição.

Isso se deve ao desempenho de gala de Messi em sua “última dança” em Mundiais. Até aqui, o camisa 10 participou de gols em todos os jogos que disputou no torneio, liderou o time de Lionel Scaloni e chamou a responsabilidade quando a Argentina esteve em apuros. Na semifinal, deu as duas assistências para a virada épica sobre a Inglaterra nos minutos finais. Nas quartas, também deu passe para gol contra a Suíça. Diante do Egito, anotou um gol e uma assistência. Também marcou contra Cabo Verde — isso para ficar apenas no mata-mata.

Segundo estatísticas do SofaScore, o craque argentino ainda é o líder nos quesitos dribles certos, grandes chances criadas e passes decisivos. Fora os recordes quebrados, que pesam no tamanho dos feitos. Nesta edição, Messi se tornou o maior artilheiro da história das Copas (21 gols), assumiu a liderança em assistências (12) e em participações diretas em gols (33), passou a ser o jogador com mais vitórias (20) e se tornou o mais velho a marcar um hat-trick no torneio. (Com informações do jornal O Globo)

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