Domingo, 19 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de julho de 2026
O presidente da Argentina, Javier Milei, não viajou aos Estados Unidos para acompanhar a final da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Espanha, marcada para este domingo (19), no MetLife Stadium, em East Rutherford, na região metropolitana de Nova York.
A decisão tem um motivo inusitado: a “cábala” — superstição bastante comum entre argentinos, baseada na crença de que determinados rituais trazem sorte.
“Vou continuar assistindo aos jogos de Olivos, assim como no primeiro dia”, afirmou Milei na quinta-feira (16), em entrevista à Rádio El Observador.
Questionado se permanecer na residência oficial da Presidência, nos arredores de Buenos Aires, faz parte desse ritual de sorte, o presidente respondeu de forma direta: “Sim”.
Milei contou ainda que outro amuleto acompanha a campanha da seleção argentina na Copa: uma jaqueta da petroleira estatal YPF.
“Senti muito calor no dia do jogo contra a Suíça. Assim que a tirei, marcaram um gol contra nós. Vesti de volta e não a tirei mais”, revelou.
Enquanto Milei acompanhará a decisão à distância, a Espanha terá representantes da família real nas arquibancadas. Segundo a Casa Real, o rei Felipe VI estará presente na final ao lado da rainha Letizia e das filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofia.
Atual campeã do mundo, a Argentina busca o quarto título de sua história. A equipe levantou a taça em 1978, 1986 e 2022 e tenta ampliar a galeria de conquistas diante da Espanha.
Já a seleção espanhola disputa apenas sua segunda final de Copa do Mundo. A única decisão anterior foi em 2010, na África do Sul, quando venceu a Holanda por 1 a 0, na prorrogação, e conquistou seu primeiro título mundial.
Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assistirá à final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, no domingo, informou a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
“Sua presença será o toque final naquela que tem sido a Copa do Mundo mais assistida, mais segura e mais bem-sucedida da história dos Estados Unidos”, disse Leavitt em coletiva de imprensa.
O anúncio já havia sido antecipado no começo dos jogos. No final de junho, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que o republicano participaria do encerramento do torneio e que os dois entregariam juntos o troféu à seleção vencedora.
Trump não compareceu à partida de abertura da Copa, entre os EUA e o Paraguai em Los Angeles, e havia dúvidas se ele compareceria à final.
O futebol não é um dos esportes mais populares dos EUA, porém é comum o presidente republicano comparecer em eventos como esse. Sua ausência no primeiro jogo gerou especulações de que Trump estivesse receoso de ser vaiado, como ocorreu no jogo da final da NBA.
Donald Trump tem uma relação conturbada com o campeonato. Ele causou polêmica ao pedir pessoalmente a Infantino que suspendesse um cartão vermelho dado a um atacante da seleção americana. (Com informações do portal de notícias g1 e da agência AFP)
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