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Mundo Netanyahu diz que a guerra terminará após o desarmamento do Hamas

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Declaração foi feita após a devolução dos corpos de dois reféns durante o cessar fogo.

Foto: Reprodução
Segundo Netanyahu, ações contra o Irã podem continuar por algum tempo, mas "não vão durar anos". (Foto: Reprodução)

O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, disse que a guerra em Gaza terminará quando a segunda fase da trégua, que pede o desarmamento do grupo terrorista Hamas, for concluída.

“A Fase B também envolve o desarmamento do Hamas, ou mais precisamente, a desmilitarização da Faixa de Gaza e, antes disso, o confisco das armas do Hamas”, disse Netanyahu no Canal 14 da televisão neste sábado.

“Quando isso for alcançado com sucesso – espero que facilmente, mas se não, decisivamente – então a guerra terminará”, acrescentou.

As declarações foram feitas depois que o braço armado do Hamas, as Brigadas Ezedin al-Qassam, anunciou a devolução dos corpos de dois reféns.

O gabinete de Netanyahu confirmou mais tarde que, por meio da Cruz Vermelha, os corpos de dois reféns foram entregues às forças de segurança israelenses em Gaza e estão sendo levados a um centro médico em Israel para identificação.

O Hamas resiste à ideia de desarmamento e, desde o cessar-fogo, tenta retomar o controle de Gaza.

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Vanderlei Ochoa
19 de outubro de 2025 12:55

O judeu assassino continuará produzindo armas de destruição em massa…vai ser julgado por genocídio ou vão fazer acórdão com os states?

Fernando Krause
19 de outubro de 2025 14:16

Só quem confia nos cumpanheros terroristas do Hamas e do Hezbollah é a extrema esquerda brasileira, que tem “afinidades” ideológicas com este tipo abjeto de “seres humanos”…

Vanderlei Stefani
19 de outubro de 2025 22:04

O mais doloroso é saber que todo esse genocídio foi promovido as vistas do mundo inteiro, com o beneplácito ou a indiferença do mundo dito “cristão e civilizado”, o que significa a completa perda de valores humanos e civilizatórios. Com o risco de acontecer novamente com outros países do Oriente Médio, já que o propósito de Israel é expandir sua barbárie colonial para toda a região. Não há mais dúvidas que o país responsável pela instabilidade da região é o Estado Sionista de Israel que, se não for contido em seu ímpeto, poderá levar o mundo a outro conflito mundial.

César Alexandre Jardim Marques
20 de outubro de 2025 02:48

Alguém já se perguntou por que nenhum país do Oriente Médio quer receber um cidadão Palestino no seu território? Entre outros conflitos: Eles enfrentaram o povo do Kwait quando o Iraque invadiu. São conhecidos como “visitantes indesejáveis”.

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