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Notícias No segundo dia de greve do funcionalismo, protestos impedem saída de viaturas e escolas são fechadas no interior e na Capital

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Familiares dos servidores da Brigada Militar, protestam contra o parcelamento de salários, em frente aos batalhões da Polícia Militar. Crédito: Jackson Ciceri/ o Sul

Na terça-feira, segundo dia de greve dos servidores públicos estaduais contra o parcelamento salarial, as áreas mais afetadas foram educação e segurança. Protestos impediram a saída de viaturas e comprometeram o policiamento ostensivo. Além de Porto Alegre, pelo menos outras 27 cidades ficaram sem viaturas nas ruas, segundo os próprios batalhões da BM (Brigada Militar).

Os piquetes foram feitos por familiares de brigadianos, professores, alunos, além de sindicatos que representam os policiais militares. Segundo o comando da BM, em alguns batalhões foram negociadas as saídas de veículos em casos de urgência.

Além da Capital, as cidades afetadas foram Esteio, Canoas, Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada, Estância Velha, Presidente Lucena, Osório, Torres, Santa Rosa, Sapiranga, Uruguaiana, Santana do Livramento, Lajeado, São Luz Gonzaga, Bagé, São Sebastião do Caí, Santa Cruz do Sul, Charqueadas, Santa Maria, Santiago, São Gabriel, Cachoeira do Sul, São Sepé, Vacaria, Pelotas e Rio Grande. Durante a madrugada, houve queima de pneus e bloqueio na BR-116, no sentido interior-Capital, em Esteio. O trânsito foi liberado durante a tarde.

As instituições de ensino da rede estadual permaneceram com as portas fechadas. Os professores prometem paralisar as atividades até quinta-feira. Segundo o Cpers, quase 100% da rede foi afetada pelo movimento. Manifestantes impediram também a entrada na sede do Instituto Psiquiátrico Forense, em Porto Alegre. A Farmácia do Estado realizou apenas a entrega de medicamentos essenciais. A agência do Tudo Fácil no Centro de Porto Alegre funcionou parcialmente. Serviços como a emissão de carteiras de identidade ficaram parados por falta de funcionários.

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