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Porto Alegre Nova rodada de análise da balneabilidade ocorre no Guaíba, em Porto Alegre

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Cientistas não estabelecem relação entre bactéria do grupo Acinetobacter e parâmetros de balneabilidade

Foto: Luciano Lanes/PMPA

O DMAE (Departamento Municipal de Água e Esgotos) iniciou nesta terça-feira (12), uma nova rodada de análises da água do Lago Guaíba, em Porto Alegre, para fins de balneabilidade. O monitoramento é realizado de forma rotineira durante o verão e busca garantir a segurança da população nos pontos acompanhados pelo Departamento. Durante a alta temporada, são analisados seis pontos (três no bairro Belém Novo e três no Lami). Desta vez, equipes atuarão em dois pontos, sendo um em cada bairro.

Há uma semana, o projeto ClimaRes WaSH, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tornou pública a informação de que a bactéria Acinetobacter baumannii foi identificada em pontos do lago, por meio da coleta de água bruta. Membros da comunidade científica consultados pelo Dmae não estabelecem relação entre esse microrganismo e os parâmetros definidos em lei para avaliação das condições de balneabilidade.

“A prefeitura mantém diálogo permanente com pesquisadores e instituições para garantir segurança à população e qualificar o convívio com o Guaíba. Os critérios atuais são baseados em parâmetros reconhecidos internacionalmente, enquanto a ciência ainda avança em novas ferramentas de análise quantitativa de risco microbiológico”, afirma o doutor em Engenharia e Tecnologia Ambiental e diretor de Esgotamento Sanitário do Dmae, Rafael Zaneti.

Além de especialistas do IPH (Instituto de Pesquisas Hidráulicas) da UFRGS, participantes do estudo publicado, o Departamento debateu o assunto, nos últimos dias, junto a outros profissionais das áreas de saneamento, genética, biologia molecular e microbiologia.

“O risco de infecção por este tipo de bactéria durante o banho em um lago como o Guaíba é mínimo. Casos do tipo são mais comuns no caso da Escherichia coli, quando ingerida. A Acinetobacter baumannii não possui esta rota de infecção. Em uma hipótese remota, o banhista teria que estar com algum tipo de ferimento aberto e possuir características de imunossupressão para sofrer algum tipo de efeito adverso”, explica o doutor em Microbiologia Clínica e coordenador

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Dimithri Vargas
12 de maio de 2026 13:30

A preocupação real é: como essa bactéria chegou no Lago Guaíba?

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