Sábado, 25 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 11 de outubro de 2023
Segundo a ONU, as residências das vítimas foram bombardeadas por militares israelenses
Foto: Mohammed Hinnawi/UNRWAA Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos informou nesta quarta-feira (11) que pelo menos 11 dos seus funcionários e 30 estudantes de centros educacionais das Nações Unidas morreram na Faixa de Gaza em ataques aéreos israelenses em Gaza desde o início da guerra contra o Hamas, que bombardeou o país no sábado (7). O conflito já deixou mais de 2,3 mil mortos.
“A proteção dos civis é fundamental, inclusive em tempos de conflito. Eles deveriam ser protegidos de acordo com as leis da guerra”, disse a diretora de comunicações da agência, Juliette Touma.
Ela afirmou que os ataques mataram os funcionários da ONU dentro das suas casas. Segundo Juliette, 18 escolas administradas pela entidade que haviam sido transformadas em abrigos sofreram danos após os bombardeios.
Israel afirmou nesta quarta-feira que conseguiu destruir um avançado sistema de defesa para detecção de aeronaves desenvolvido pelo Hamas. Com isso, o grupo extremista deve enfrentar dificuldades para monitorar as atividades aéreas na Faixa de Gaza.
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