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Política Novo número 2 da Abin diz que a agência de inteligência quer esclarecer supostas irregularidades na gestão de Alexandre Ramagem

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Marco Cepik foi nomeado diretor adjunto da Agência Brasileira de Inteligência na última terça-feira

Foto: Abin/Divulgação
Marco Cepik foi nomeado diretor adjunto da Agência Brasileira de Inteligência na última terça-feira. (Foto: Abin/Divulgação)

O novo diretor adjunto da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Marco Cepik, disse que a diretoria do órgão vê com “tranquilidade e entusiasmo” a possibilidade de esclarecer possíveis irregularidades na gestão anterior da agência.

“A diretoria vê com a máxima tranquilidade e com entusiasmo o completo esclarecimento do que aconteceu aqui durante a gestão de Ramagem [deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Abin] e não há nenhum risco de obstrução desse processo por parte da administração”, disse Cepik em entrevista na quinta-feira (1º).

Ele foi indicado para o cargo após a exoneração de Alessandro Moretti, na última terça-feira (30). A demissão ocorreu depois que a PF (Polícia Federal) deflagrou uma operação para investigar um suposto esquema de espionagem ilegal de autoridades e cidadãos comuns durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando Ramagem comandava a Abin. Um dos alvos das investigações é o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do ex-presidente.

Segundo Cepik, seu antecessor [Moretti] não é investigado e não há nenhum tipo de suspeição sobre ele. “Mas, para que não haja nenhum tipo de dúvida quanto a isso, o governo e ele decidiram pela exoneração”, explicou.

Sobre a possível participação de servidores da Abin nas irregularidades, o novo número 2 da agência disse que, se essa for uma hipótese investigativa, será conduzida pela Corregedoria da Abin, pela Corregedoria-Geral da União e pela PF.

Antes de ser indicado ao cargo de diretor-adjunto, Cepik foi diretor da Escola de Inteligência da Abin.

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Vinícius Borella
2 de fevereiro de 2024 15:15

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Estão desde 2018 procurando por algum crime do Bolsonaro e até agora não acharam nada, todas as narrativas foram desmentidas. Nem tu acredita que agora eles vão achar alguma coisa.

Manfred Cid
2 de fevereiro de 2024 14:15

Já começou “bem”!!!

Possíveis irregularidades???
Está mais que comprovado o crime cometido pelo micto e sua rede de milicianos, mas a justiça parece não querer mexer com alguns “nomes” de peso.

Maria Francisca
2 de fevereiro de 2024 20:31

Não encontraram os podres de Bolsonaro pq ele é especialista em esconder tudo os podres que pratica. Agora por ex. devem ter jogado os computadores no mar, saiu para pescar?. escondeu tudo em algum lugar, ele o Carlos são terroristas refinados

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