Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos somam quase 3 milhões em uma semana

Compartilhe esta notícia:

Lojas fechadas em Venice, California, em 26 de abril de 2020. (Foto: Reprodução)

Os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos diminuíram na semana passada, mas ainda se situaram em 2,98 milhões, mostrando que a pandemia de coronavírus continua a destruir um grande número de empregos, segundo dados publicados pelo governo nesta quinta-feira (14).

O número de pessoas que solicitaram pela primeira vez o subsídio na semana que terminou em 9 de maio caiu cerca de 200 mil em relação à semana anterior, mas foi maior do que os analistas esperavam e permanece muito superior do que em qualquer semana antes do surto de Covid-19.

Os novos dados elevam a 36,5 milhões o número de pedidos nos Estados Unidos desde a chegada da pandemia em meados de março.

A maior economia do mundo já contava com mais de 20 milhões de desempregados em abril, o que colabora para o clima de preocupação sobre a dimensão do impacto da pandemia na economia.

Essas pessoas que ficaram desempregadas influenciarão a taxa de desemprego, que em abril subiu para mais de 14%, registrando um aumento espetacular em comparação com a situação antes da crise em fevereiro, quando era de 3,5%.

A consultoria HFE estimou que, à medida que vários estados do país começarem a reabrir seus negócios, os trabalhadores encontrarão oportunidades novamente.

“No entanto, os novos protocolos para o vírus continuarão restringindo as atividades (…) Acreditamos que as demissões continuarão nas próximas semanas, embora a um ritmo mais lento”, completou a consultoria.

Relatório mensal

O relatório mensal de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA divulgado no último dia 8 mostrou alta da taxa de desemprego para 14,7% no mês passado. É a maior taxa da série histórica da pesquisa – que tem início em janeiro de 1948 -, quebrando o recorde pós-Segunda Guerra Mundial de 10,8% atingido em novembro de 1982, segundo a Reuters.

A alta de 10,3 pontos percentuais em relação ao mês anterior – quando havia ficado em 4,4% – também é a maior alta já registrada pela pesquisa nesse tipo de comparação.

O número de desempregados foi estimado em 23,1 milhões – 15,9 milhões a mais que em março.

“A alta acentuada nessas medidas reflete os efeitos da pandemia do coronavírus e os esforços para contê-la”, aponta em nota o Departamento do Trabalho dos EUA.

Economistas consultados pela Reuters previam fechamento de 22 milhões de vagas fora do setor agrícola. Os dados de março foram revisados para mostrar 870 mil empregos perdidos, em vez dos 701 mil relatados anteriormente.

Além da perda de postos, muitos trabalhadores também foram levados a trabalhar em tempo parcial: o número de pessoas nessa situação por questões econômicas praticamente dobrou de março para abril, chegando a 10,9 milhões de norte-americanos. “Esses indivíduos, que teriam preferido trabalhar em tempo integral, estavam trabalhando em tempo parcial porque suas horas haviam sido reduzidas ou porque não conseguiram encontrar trabalho em tempo integral”, explica o Departamento do Trabalho. As informações são das agências de notícias AFP e Reuters.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pesquisa indica que apenas 15% dos municípios gaúchos estão utilizando a internet para recuperar aulas durante a pandemia
O Rio Grande do Sul apresentou a segunda pior queda no desempenho industrial dos Estados durante o mês de março
Pode te interessar