Quinta-feira, 21 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 31 de julho de 2022
Pesquisa concluiu que 3.759 crianças e adolescentes estão em situação de vulnerabilidade social e usam as ruas para dormir, praticar atividades irregulares ou estão acolhidas em serviços da rede assistencial.
Foto: Marcello Casal Jr./Agência BrasilO número de crianças e adolescentes vivendo em situação de rua na capital paulista dobrou em 15 anos. São 3.759, de acordo com um levantamento da prefeitura de São Paulo divulgado neste sábado (30).
A maioria é de meninos, que representam quase 60% do grupo. A faixa de idade mais comum vivendo nas ruas é a de 12 a 17 anos, que somam 42% do total. Pardos e pretos representam mais de 70% dos casos.
O Censo de Crianças e Adolescentes em situação de rua foi realizado em maio deste ano após 15 anos sem nenhum levantamento sobre este grupo na cidade. A última pesquisa foi realizada em 2007.
A pesquisa mostrou que, das mais de 3.700 crianças e adolescentes nesta condição, 72% utiliza as ruas como forma de sobrevivência, ainda que por um breve período do dia. Além disso, 10% pernoitam nas ruas e outros 16% dormem em centros de acolhida municipais.
A região com maior concentração de crianças e adolescentes em situação de rua é a República, que tem 8% do total, o que equivale a pouco mais de 300 jovens, seguida dos distritos da Sé, Santa Cecília, Tatuapé e Pinheiros. Juntos, estes cinco distritos concentram 23% do total de casos.
Prefeitura quer reduzir número
O secretário de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, Carlos Bezerra Júnior, disse que a prefeitura criou um serviço especializado para mudar a abordagem com relação às crianças e adolescentes que estão nas ruas.
“É uma abordagem lúdica, que fortalece os vínculos, que atrai as crianças”, explicou Bezerra.
Além disso, a secretaria prometeu ainda uma ampliação de 1.200 vagas nos serviços de acolhimento familiar, e a criação de núcleos especializados nas diferentes regiões da cidade.
“A gente não tem a menor dúvida. Rua pra criança é caminho de morte”, disse Bezerra.
Em nota, o Ministério da Cidadania declarou que ampliou o alcance das políticas socioassistenciais e que, só no capital paulista, há mais de 650 mil famílias beneficiadas por programas sociais.
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Mas é claro!! Essas mulheres nao tem o que comer e colocam filhos no mundo, para passar trabalho. Ninguém fala em contenção de filhos de pobres, porque rico, tem no máximo três filhos, mas os pobres tem cimco dez oi ate mais filhos!! Depois ficam aí nos semáforos pedindo. Quanto mais ajudar essa gente mais filhos vão ter!! O gaverno sustenta!
Mas o Lula não teria dito que ele é um especialista em matar a fome dos pobres ?
Que Lula??? Quem é o preside te é o Bolsonaro! Ou tu nao sabe?