Quarta-feira, 17 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de outubro de 2023
O Ministério da Saúde de Gaza divulgou nessa quinta-feira (26) um documento de 212 páginas que afirma conter os nomes e números de identificação de mais de 7 mil palestinos mortos durante os bombardeios de Israel na Faixa de Gaza. Do outro lado, mais de 1.400 pessoas morreram em território israelense nas mãos do Hamas, a maioria deles civis, segundo as autoridades de Israel, e 224 pessoas foram sequestradas.
Os chefes de Estado e de Governo dos países da União Europeia (UE) defenderam, nessa quinta-feira (26), habilitar “corredores humanitários” e adotar “pausas” para enviar ajuda a Faixa de Gaza.
No primeiro dia de uma cúpula em Bruxelas, os governantes tiveram que superar divergências e encontrar uma fórmula de consenso sobre a crise humanitária.
Em um documento, os chefes de Estado expressaram “sua mais viva preocupação com a degradação da situação humanitária em Gaza” e pediram “um acesso humanitário contínuo, rápido, seguro e sem obstáculos”.
Em uma declaração com 19 pontos emitida após horas de negociações em Bruxelas, os dirigentes dos 27 países da UE também defenderam a convocação “rapidamente” de uma “conferência internacional de paz” para colocar fim à guerra entre Israel e Hamas.
Militares de Israel disseram estar cientes de um incidente de segurança perto da fronteira do Mar Vermelho com o Egito na madrugada desta sexta-feira (27), no horário local, após relatos de uma explosão na cidade egípcia de Taba.
“Estamos cientes de um incidente de segurança, mas ele está do lado de fora de nossa fronteira”, disseram os militares.
A TV Al Qahera News do Egito disse que cinco pessoas ficaram feridas na explosão e que um prédio residencial foi danificado.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram em uma rede social que mataram Shadi Barud, que, segundo os israelenses, foi um dos homens que planejaram os ataques terroristas contra Israel.
De acordo com o texto das Forças de Defesa de Israel, Barud era o vice-diretor de inteligência do Hamas, e ele teria planejado o ataque junto com Yahya, Sinwas, um líder do grupo terrorista.
O ministro de Defesa de Israel, Yoav Gallant, disse que o país não quer guerra com nenhum outro inimigo a não ser o grupo terrorista Hamas.
Ele participou de uma entrevista coletiva nesta terça-feira, e um dos repórteres perguntou ao ministro se há alguma possibilidade de Israel entrar em um confronto com o Irã. Ele respondeu o seguinte: “Estamos em guerra no front do sul contra o Hamas e preparados para qualquer evento no norte – o Hezbollah já sofreu muitas perdas. No entanto, não temos interesse em expandir a guerra”.
Gallant também disse que a invasão da Faixa de Gaza acontecerá em algum momento, e o dia não está tão distante. “A manobra vai começar quando houver as condições para isso”, afirmou ele. As informações são do portal de notícias G1.
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