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Brasil O Brasil criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto

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O presidente Michel Temer antecipou dado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O presidente Michel Temer antecipou nesta quinta-feira (20) que o Brasil criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O presidente divulgou o dado em sua conta no Twitter.

“Fui informado que o País criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação”, disse Temer na rede social. Em julho, o País tinha criado 47,3 mil postos no mercado de trabalho.

O Caged de agosto ainda não foi divulgado oficialmente pelo Ministério do Trabalho. A expectativa da pasta é divulgar os dados detalhados do emprego nesta sexta-feira (21), ainda em horário a definir.

De janeiro a julho deste ano, o Caged registrou a abertura de 448,2 mil novos postos. Se mantiver a tendência até o fim do ano, o Brasil terá interrompido uma sequência de três anos de queda.

Já no que se refere ao intervalo entre julho de 2017 e julho deste ano, o Ministério do Trabalho registrou a criação de 286,1 mil postos formais de trabalho.

Com o resultado de julho, o estoque de empregos chegou a 38,31 milhões de vagas, contra 38,03 milhões no mesmo mês do ano passado.

Ao todo, a economia brasileira fechou 20,8 mil postos de trabalho formais em 2017, ou seja, registrou mais demissões do que contratações. O ano passado foi o terceiro consecutivo em que houve mais demissões. Entre 2015 e 2017, o país fechou um total de 2,88 milhões de postos.

Estados

O Caged do Ministério do Trabalho indicou que, dos 27 Estados, 19 tiveram saldo positivo na criação de empregos formais em julho deste ano. Os melhores desempenhos ocorreram em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e Pará.

Já o fechamento de vagas foi registrado nos estados de Pernambuco, Roraima, Distrito Federal, Santa Catarina, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O governo federal informou, ainda, que a criação de vagas formais em quatro das cinco Regiões do País em julho deste ano:

– Sudeste: mais 24.023;

– Centro-Oeste: mais 9.911;

– Nordeste: mais 7.163;

– Norte: mais 6.635;

– Sul: menos 413.

Trabalho intermitente

Julho teve 4.951 admissões e 1.552 desligamentos no chamado “trabalho intermitente”. Com isso, houve um saldo positivo de 3.399 empregos no período.

Essa modalidade, esporádica, ocorre quando o empregado desempenha a sua atividade em dias alternados ou por algumas horas, mediante remuneração por período trabalhado. A previsão do governo é que essa modalidade gere 2 milhões de empregos em três anos.

No mês passado foram registradas ainda, 4.643 admissões em regime de trabalho parcial e 3.830 desligamentos, gerando saldo positivo de 813 empregos.

O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.536,12 em julho, o que representa uma alta de R$ 0,40 em relação ao patamar de junho (R$ 1535,72).

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