Sexta-feira, 07 de Agosto de 2020

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Brasil O Brasil registra 1.071 mortes por coronavírus e 39.023 novos infectados nas últimas 24 horas

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Ação contra o coronavírus em Campinas (MS). (Foto: Manoel de Brito/Fotos Publicas)

O Brasil registrou em 24 horas mais 39.023 casos de covid-19, e o número total de infectados pelo coronavírus chegou a 1.839.850. Os dados foram atualizados pelo Ministério da Saúde. Foram notificadas 1.071 mortes desde o dia anterior. O total subiu para 71.469.

De acordo com o Ministério da Saúde, 1.100.873 pessoas que contraíram a doença já se recuperaram. Outras 667.508 estão em acompanhamento. O 1º caso de covid-19 no país foi registrado em 26 de fevereiro de 2020. A 1ª morte, em 12 de março de 2020.

O Nordeste foi a região que registrou o maior número de infectados neste sábado. Foram 13.208 novos casos. O Centro-Oeste teve o menor número de novos infectados, foram 3.712.

Os estados com mais mortes são: São Paulo (17.442), Rio de Janeiro (11.406), Ceará (6.853), Pernambuco (5.556) e Pará (5.274). As unidades da Federação com menos óbitos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (153), Tocantins (251), Roraima (396), Acre (419) e Santa Catarina (485).

São Paulo também lidera entre os estados com maior número de casos confirmados, com 366.890, seguido por Ceará (133.945), Rio de Janeiro (129.675), Pará (122.934) e Bahia (104.188). As unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são Mato Grosso do Sul (12.969), Tocantins (14.939), Acre (16.080), Roraima (21.849) e Rondônia (26.496).

As mortes registradas em 24 horas não necessariamente ocorreram no último dia. O Ministério da Saúde ainda não divulga diariamente as mortes por data de ocorrência, conforme anunciado pelo ministro interino Eduardo Pazuello.

O Brasil continua a ser o segundo país do mundo com maior número de casos confirmados de covid-19 e também de mortes em decorrência da infecção. Os Estados Unidos ocupam a primeira posição da lista. Na quinta-feira (9), o Ministério da Saúde alterou as orientações para pessoas com sintomas leves da doença e passou a pedir para que esses pacientes procurem um médico, alegando que o tratamento precoce reduz a necessidade do uso de respiradores.

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse que a ivermectina, medicamento antiparasitário, não tem comprovação científica de eficiência contra a Covid-19, doença causada pelo Sars CoV-2.

A nota de esclarecimento explica que “é preciso deixar claro que não existem estudos conclusivos que comprovem o uso desse medicamento para o tratamento da Covid-19, bem como não existem estudos que refutem esse uso”.

A agência acrescenta que “até o momento, não existem medicamentos aprovados para prevenção ou tratamento da Covid-19 no Brasil” e, ainda, que as “indicações não previstas na bula é de escolha e responsabilidade do médico prescritor”.

Veja a nota da Anvisa:

“Diante das notícias veiculadas sobre medicamentos que contêm ivermectina para o tratamento da Covid-19, a Anvisa esclarece: Inicialmente, é preciso deixar claro que não existem estudos conclusivos que comprovem o uso desse medicamento para o tratamento da Covid-19, bem como não existem estudos que refutem esse uso.

Até o momento, não existem medicamentos aprovados para prevenção ou tratamento da Covid-19 no Brasil. Nesse sentido, as indicações aprovadas para a ivermectina são aquelas constantes da bula do medicamento. Cabe ressaltar que o uso do medicamento para indicações não previstas na bula é de escolha e responsabilidade do médico prescritor.”

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