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Brasil O Brasil registra 552 óbitos por coronavírus nas últimas 24 horas e o total de infectados passa de 1 milhão e 300 mil

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Reajuste de -8,19% aprovado pela ANS decorre da diminuição dos custos das operadoras com atendimentos como consultas e cirurgias no ano passado. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (28) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 1.344.143 casos confirmados de covid-19 acumulados e o total de 57.622 mortes. Os casos de pacientes recuperados somam 733.848. Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 552 óbitos e 30.476 novos casos da doença. Com os números mais recentes, o Brasil chegou a 1.344.143 de contaminados.

A região Sudeste tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 914.004 casos e 52.882 mortes. O Nordeste aparece em segundo com 902.152 casos 36.648 óbitos. Em seguida estão as regiões Norte (502.928 casos e 18.622 mortes), Centro-Oeste (170.996 casos e 3.122 mortes) e Sul (137.254 casos e 2.866 óbitos).

Em números absolutos, o País é, desde o dia 12 de junho, o segundo país no mundo com mais mortes por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que contam 125,7 mil óbitos, de acordo com os números da Universidade Johns Hopkins atualizados até 20h deste domingo, 28. Em número de infectados, o Brasil também está em segundo lugar no ranking mundial.

O Estado de São Paulo registrou mais de 6.156 novos casos e 75 novas mortes pelo novo coronavírus, chegando a 271.737 pessoas com covid-19, das quais 14.338 morreram.

O Rio de Janeiro vem na sequência da lista de Estados mais afetados, com 27 novas mortes por covid-19 e 2.495 novos casos da doença no período de 24 horas, segundo a secretaria estadual de Saúde. Até agora, 9.816 pessoas morreram em função do coronavírus no Estado do Rio, que soma 111.298 casos.

Neste domingo, o mundo chegou à marca de meio milhão de mortes decorrentes do novo coronavírus. À medida que a pandemia avança nos Estados Unidos e Brasil, responsáveis por mais de um terço das mortes, a doença perde letalidade em países europeus e asiáticos, embora haja aumento nos casos.

Também neste domingo foram confirmados 10 milhões de casos no mundo. EUA, Brasil, Rússia e Índia responderam por cerca de metade das contaminações no planeta, de acordo com levantamento da Johns Hopkins.

Indígenas

Em meio à pandemia causada pelo coronavírus, o governo do Brasil intensificou a assistência à saúde prestada a indígenas de todo o Brasil. Nesta segunda-feira, os Ministérios da Saúde e da Defesa iniciam a 5ª missão de apoio aos povos indígenas. Desta vez, a missão será nas terras Yanomami e Raposa Serra do Sol, em Roraima (RR). A região possui uma população de aproximadamente 75 mil indígenas.

Além de ampliar o atendimento aos povos indígenas da região, o Ministério da Saúde entregará quatro toneladas de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e insumos médicos para reforçar a assistência à saúde. São máscaras cirúrgicas, álcool 70%, avental hospitalar, luvas, toucas, protetores faciais, cloroquina, azitromicina, testes rápidos, etc. Os materiais serão transportados pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Na 5ª missão interministerial, entre os dias 30 de junho e 5 de julho, 21 profissionais de saúde das Forças Armadas irão reforçar o atendimento aos indígenas da região, trabalhando junto às Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde, que já atuam na região.

Atualmente, a região conta com 1.762 profissionais de saúde da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), do Ministério da Saúde, realizando o atendimento de atenção primária aos indígenas nas aldeias. São 1.037 profissionais no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e 725 no DSEI Leste de Roraima, atuando diariamente na região. São agentes de saúde e saneamento, agentes de combate a endemias, médicos, farmacêuticos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, técnicos de enfermagem, entre os profissionais da área.

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