Terça-feira, 13 de Abril de 2021

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Brasil O Brasil registrou média móvel de 969 mortes pelo coronavírus

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Resultado significa que, para homens com 85 anos ou mais, o risco de morrer aumenta de 17% para 25%. (Foto: Reprodução)

O Brasil registrou, nesta terça-feira (19) média móvel de 969 óbitos, 33% maior se comparado com 14 dias atrás. Foram contabilizadas 1.183 mortes, elevando para 211.511 o total de vidas perdidas para a doença no País. Foram contabilizados também 63.504 casos, elevando para 8.575.742 o total de infectados pelo vírus. A média móvel foi de 54.321 casos, 49% maior se comparado com 14 dias atrás.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Os dados são do consórcio formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Novos lotes com insumos para a produção de 20 milhões de doses da CoronaVac chegarão ao Brasil no fim deste mês e no início de fevereiro, vindos da China. Esta é a previsão para a próxima fase de fornecimento das matérias-primas necessárias para continuar a produção da vacina contra a covid-19 no Instituto Butantan.

Na segunda-feira (18) o diretor do Butantan, Dimas Covas, manifestou preocupação com o atraso na entrega dos insumos da vacina chinesa. Segundo as mesmas fontes a demora se deve a questões burocráticas de exportação, não à escassez de insumos.

A Índia começará a exportar vacinas contra covid-19 até esta quarta-feira (20), disseram fontes governamentais. No entanto, o Brasil, que negocia o envio de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford produzidas pelo instituto indiano Serum, não está na lista de nações contempladas, segundo apurou a Reuters.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça, o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) à farmacêutica Pfizer e a uma das empresas vinculadas à Janssen, subsidiária belga da Johnson & Johnson. O documento é um dos requisitos para obtenção de registro ou autorização emergencial de uso para vacinas no Brasil. Nenhuma das duas empresas, no entanto,  solicitou até o momento registro ou autorização emergencial de uso para suas vacinas contra a covid-19.

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