Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 25 de abril de 2018
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi hospitalizado na manhã dessa quarta-feira, em Brasília. Villas Bôas deu entrada no Hospital Santa Helena, que fica localizado na Asa Norte, região central da capital, às 6h da manhã.
O Centro de Comunicação Social do Exército informou que o comandante “realizou procedimento gástrico” e retornará às atividades normais já nesta quinta-feira. A assessoria não deu mais detalhes. Procurada, a assessoria de imprensa do hospital comunicou que não divulga informações sobre o estado de saúde dos pacientes.
No ano passado, o general Villas Bôas divulgou que estava com uma doença neuromotora degenerativa, mas disse que tinha “plenamente” em condições de seguir na função. O comunicado foi feito em vídeo institucional do Exército. O que se sabe é que manifestação e as consequências da doença são muito parecidas com as da esclerose lateral amiotrófica (ELA).
Na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no STF (Supremo Tribunal Federal), declarações de Villas Bôas no Twitter geraram polêmica. O comandante disse que a instituição “julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade”.
Explosivos
O Exército começou, nesta semana, uma operação para intensificar as atividades de fiscalização de explosivos – tais como dinamites, estopins, espoletas pirotécnicas e cordeis detonantes. Os trabalhos serão realizados em todo o País.
A ação é coordenada pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados e conta com suporte dos órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais de cada região. A operação envolve cerca de mil profissionais, segundo o Exército.
A meta da operação, batizada de Rastilho IV, é promover “intensificação da fiscalização e controle da produção, armazenamento, comercialização, transporte, bem como da utilização de explosivos e produtos correlatos, promovendo a dissuasão de criminosos que utilizam explosivos para práticas ilícitas”, de acordo com as Forças Armadas.
17 toneladas
Em março de 2017, o Exército coordenou a operação Rastilho III, com os mesmos objetivos da lançada nesta terça. A fiscalização ocorreu nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.
Naquela ação, foram apreendidas cerca de 17 toneladas de explosivos. Os principais problemas foram relacionados à documentação, ao transporte e ao armazenamento inadequado dos produtos. s equipes de fiscalização.
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