Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 18 de abril de 2024
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se encontrar com o homem mais rico da América Latina e o 14º mais rico do mundo, de acordo com o ranking da revista Forbes de 2024. Carlos Slim, da América Movil, dona da Claro, será recebido no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (19). Entre outros temas, devem tratar dos investimentos do empresário no Brasil.
Dia do Exército
Em outra frente, o presidente Lula deve participar, também nesta sexta-feira, do evento em celebração ao Dia do Exército, em uma nova tentativa de se reaproximar das Forças Armadas após atritos causados pela reação dos militares aos ataques golpistas do 8 de janeiro. A presença do presidente foi confirmada pelo Palácio do Planalto nessa quinta-feira (18).
A solenidade será em palanque organizado no Quartel General do Exército em Brasília (DF). No evento, autoridades e instituições civis e militares que tenham prestado relevantes serviços ao Exército serão condecoradas com a “Ordem do Mérito Militar” e a medalha Exército Brasileiro”, como informou o Planalto.
Em outro recente gesto de reaproximação, Lula desautorizou ações do governo para relembrar os 60 anos do golpe militar de 1964. Apesar de pressionado por sua base de esquerda, o presidente cancelou os eventos públicos de rejeição à ditadura militar para evitar atritos com as Forças Armadas. O presidente afirmou, em fevereiro, que não quer ficar “remoendo o passado” e que está mais preocupado com os atos golpistas de 8 de janeiro.
Na celebração do Dia do Exército de 2023, Lula havia cogitado não ir à cerimônia. Porém, segundo ele, a presença foi para mostrar que “não guarda rancor” dos militares. “Hoje foi o Dia do Exército brasileiro e todo mundo sabe o quanto eu andava magoado com os militares desse País por conta de tudo o que aconteceu. Fiquei a noite inteira pensando ‘vou ou não vou?’. Tomei a decisão de ir e acho que Deus me ajudou a decidir”, disse o presidente.
Lula tenta fortalecer a relação com os militares desde o início de sua gestão, após crise dos acampamentos golpistas em frente aos quartéis em todo o País. Na ocasião, o ex-comandante do Exército Júlio César de Arruda se recusou a ordenar a desmontagem do acampamento em frente ao Quartel General do Exército em Brasília. Lula, então, decidiu substituí-lo pelo general Tomás Miguel Ribeiro Paiva. As informações são da CNN e do jornal O Estado de S. Paulo.
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