Sábado, 28 de Março de 2020

Porto Alegre
Porto Alegre
23°
Fair

Geral O governo gaúcho mostra na Fiergs os esforços para destravar investimentos em energia

O secretário-adjunto Pereira disse que há projeto para estender os efeitos da política do biometano ao biogás. (Foto: Divulgação)

O secretário adjunto do Meio Ambiente e Infraestrutura, Paulo Roberto Dias Pereira, participou, na tarde de terça-feira (07), de reunião do Grupo de Trabalho de Energia do Comitê de Infraestrutura da Fiergs (Federação das Indústrias do Estado). Diante de conselheiros e convidados do grupo temático, o secretário apresentou a atuação e desafios da pasta. Relatou os esforços e o compromisso em desburocratizar, dar maior celeridade nas respostas e estabelecer claramente os fluxos de trabalho.

No encontro, foram tratadas ainda questões referentes aos licenciamentos ambientais, de esforços do governo para atuar como parceiro e destravar investimentos que proporcionem desenvolvimento ao Estado na área de energia.

Entre as quais, citou a prioridade no acompanhamento das empresas responsáveis pelas obras das linhas de transmissão, tendo criado um grupo especial para monitorar e auxiliar a solucionar entraves passíveis de serem resolvidos pelo governo.

Além disso, a atuação da secretaria para buscar investimentos com parcerias com empresas privadas no setor de energia. Nesse sentido, informou que foi encaminhado projeto de lei à Casa Civil que visa a estender os efeitos da política do biometano também para o biogás.

Outros pleitos e atuação da Sema incluíram projetos no Polo Carboquímico, na desestatização de empresas na área de energia, o marco legal do gás canalizado, modais renováveis (geração distribuída, eólica, solar e PCHs) e o esforço do governo para viabilizar leilões de energia regionais que considerem as vocações das diferentes regiões do Brasil.

Bandeira amarela

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou que a bandeira tarifária para maio segue amarela, com custo adicional de R$ 1 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. De acordo com a agência, embora a previsão hidrológica para o mês indique tendência de vazões próximas à média histórica, “o patamar da produção hidrelétrica já reflete a diminuição das chuvas, o que eleva o risco hidrológico e motiva o acionamento da bandeira amarela”.

“Diante da perspectiva de que as afluências aos principais reservatórios fiquem perto da média, o preço esperado para a energia (PLD) deve permanecer próximo ao registrado nos últimos meses”, informou a Aneel.

Sistema

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2) está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. Na amarela há o acréscimo de R$ 1 a cada 100 kWh consumido. Na vermelha, no patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3 a cada 100 kWh; no 2, o valor extra sobe para R$ 5.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

No Brasil, a Previdência já custa três vezes mais do que a educação, a saúde e a segurança juntas, diz o ministro da Economia
O Procon Porto Alegre orienta sobre as compras para o Dia das Mães
Deixe seu comentário
Pode te interessar