Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

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Mundial O México tem sido um adversário duro da Seleção Brasileira nos últimos anos

O técnico Tite e sua Seleção enfrentarão um dos adversários mais difíceis do Brasil neste século. (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

O México tem sido um adversário duríssimo nos últimos anos para a Seleção Brasileira. Venceu quatro vezes, perdeu outras cinco partidas e houve três empates.

O Brasil tem um time de nomes e sobrenomes: Philippe Coutinho, Thiago Silva, Gabriel Jesus. Diferente da tradição do país de Pelé, Garrincha, Tostão, Zico. Apelido quem tem é o treinador. E Tite nem sempre chama seus jogadores pelo nome. Onde se ouviu foguetinho, entenda-se Willian.

E lugar de foguete na Rússia é em Samara, um tradicional polo de desenvolvimento aeroespacial, onde foi construído o primeiro foguete que levou à órbita a primeira nave aeroespacial tripulada. Que sirva de inspiração para o foguetinho brasileiro batizado por Tite decole em Samara.

Titular em toda a primeira fase, Willian é o jogador que mais atuou pela seleção desde a última Copa. Esteve em campo quando Brasil e México se enfrentaram no Mundial de 2014. Um zero a zero sofrido.

O México tem sido um dos adversários mais difíceis do Brasil neste século.

O meio-campo Casemiro só tem duas derrotas pela Seleção em 27 jogos. Uma delas, para o México, em 2012. Para o primeiro jogo eliminatório na Copa, segundo ele, o time precisará tanto de bom futebol, como de força mental: “Vai ter momentos que nós vamos sofrer dentro do campo, que o México vai pressionar, atacar. E vão ter momentos que o Brasil vai atacar, vai pressionar. Então eu diria que tem que juntar os dois e tem que ter um equilíbrio sim dentro de campo”, disse.

Velhos conhecidos

A classificação (ou não) da Seleção para as quartas de final deve passar pelo reencontro entre dois velhos conhecidos: Guillermo Ochoa e Neymar. O goleiro mexicano cruzou o caminho do brasileiro pela primeira vez antes do título do Santos na Libertadores de 2011.

Entre outros confrontos pelo Campeonato Espanhol, o ápice foi o duelo pela Copa de 2014, quando o mexicano parou o camisa 10 da Seleção no empate em 0 a 0 em Fortaleza. Agora, ambos se enfrentam mais uma vez, um como o jogador que mais finalizou até aqui no Mundial na Rússia, o outro como o goleiro que mais parou ataques rivais na primeira fase.

Dentre as estatísticas que Neymar lidera nesta Copa, finalização é uma delas. Foram 17 do camisa 10 do Brasil, que supera Cristiano Ronaldo, Kroos (ambos com 15), Messi (14) e todos os outros jogadores. Ele também é quem mais deu chutes a gol: 8, logo à frente de CR7, com 7. Do outro lado da moeda, Ochoa é o goleiro com maior número de defesas: 17 (o dinamarquês Kasper Schmeichel é quem chega mais perto, com 14).

A liderança de ambos nessas estatísticas, porém, não reflete necessariamente uma grande efetividade. Neymar é quem mais finalizou e mais chutou a gol, mas só balançou as redes uma vez, nos acréscimos da vitória sobre a Costa Rica.

Ochoa pode até ser o goleiro com mais defesas, mas foi vazado quatro vezes ao longo da Copa, o que o coloca entre os que sofreram mais gols entre os que seguem na disputa (apenas o espanhol De Gea foi mais vazado, com um a mais).

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