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Brasil O Ministério da Agricultura proibiu, em todo o Brasil, a fabricação, comércio e importação de aditivos para promover o crescimento de animais

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Medida abrange itens fornecidos a animais produtores de alimentos. (Foto: EBC)

O Ministério da Agricultura decidiu, nessa quinta-feira, proibir em todo o Brasil a importação, fabricação e comercialização de aditivos utilizados para promover o crescimento de animais produtores de alimentos (vacas, por exemplo, que fornecem carne e leite), que contenham três determinados tipos de antimicrobianos.

A medida, que consta em instrução normativa publicada no Diário Oficial da União, é adotada em meio a um contexto de preocupações globais com a preservação da efetividade de antibióticos com essa composição para ingestão humana.

Em dezembro de 2019, a pasta já havia sinalizado o veto ao informar a intenção de proibir os produtos, utilizados para induzir o crescimento de animais, e abriu prazo para manifestação de interessados.

Na época, o Ministério informou que há recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) para “restrição completa de todas classes de antimocrobianos importantes na medicina humana para promoção de crescimento de animais produtores de alimentos”.

A proibição, válida para os antimicrobianos tilosina, lincomicina e tiamulina, entra em vigor de forma imediata. Importadores ou fabricantes detentores de registros para aditivos com esses produtos deverão recolher estoques remanescentes no comércio em até 90 dias.

Os registros dos aditivos ainda serão cancelados, segundo a publicação do Ministério. Produtos em estoque ou provenientes de recolhimento do mercado poderão ser reprocessados para exportação ou adequação como produto veterinário com fins terapêuticos, desde que autorizado pela pasta.

Frango

O Brasil quer que a Índia reduza taxas sobre a importação de frango e produtos de frango, o que permitiria ao país aproveitar a crescente demanda indiana por esses produtos, impulsionada por um crescimento na renda e mudanças nos hábitos alimentares no País.

A Índia impõe taxas de importação de 100% sobre produtos de frango e de 30% sobre frangos inteiros, consideradas elevadas demais para que países como Brasil e Estados Unidos consigam avançar no mercado local, onde a indústria de frango tem crescido mais de 10% ao ano.

“Nós gostaríamos de pedir à Índia que reduza suas tarifas sobre frango e produtos de frango, que são muito elevadas”, disse à Reuters a ministra da Agricultura brasileira, Tereza Cristina, durante visita à Índia com a comitiva do presidente Jair Bolsonaro. “O Brasil também gostaria de importar uma série de produtos da Índia.”

“Nossos laços comerciais podem ser um ganha-ganha para ambos os países, uma vez que também queremos importar da Índia e oferecer conhecimento técnico nos quais podem também ter interesse”, acrescentou.

O Brasil também quer trabalhar com a Índia no setor de produção de etanol, o que ajudaria o governo indiano a adotar uso de maior mistura de etanol na gasolina, segundo a ministra. Diferentemente do Brasil, a produção do biocombustível é limitada no país.

 

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