Domingo, 21 de junho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia O ministro da Economia, Paulo Guedes, pede reformas e diz que “se não lutarmos, a recessão pode se transformar em depressão”

Compartilhe esta notícia:

Segundo Paulo Guedes, essa primeira proposta trata apenas da unificação de PIS e Cofins. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (17), em videoconferência pela internet, que a economia brasileira está em recessão e que o cenário “pode se transformar em depressão”, se não forem adotadas medidas adequadas.

“Paralisamos parcialmente a nossa economia, e provocamos, nos autoinfligimos, uma recessão. Que pode se transformar em depressão se não lutarmos adequadamente”, disse.

As declarações do ministro acontecem em meio à pandemia do coronavírus, que tem reduzido fortemente o nível de atividade, com aumento grande do desemprego e queda da renda da população em todo o mundo.

A recessão técnica se caracteriza por um período de queda do Produto Interno Bruto (PIB) por dois trimestres seguidos, com aumento do desemprego e queda da renda.

Já a depressão é um estado mais grave da recessão, ou seja, um longo período de desemprego, falências de empresas e níveis reduzidos de produção e investimentos.

Para o ministro da Economia, é preciso levar adiante as reformas macroeconômicas para evitar uma piora maior do cenário.

“Nos próximos 60, 90 dias, iremos acelerar as reformas. Com a ajuda da nova geração de políticos que está chegando, iremos continuar reformando o País em uma direção liberal. Passaremos pela segunda grande onda, que é a angústia econômica causada pela doença”, declarou.

Reformas pendentes

Depois da aprovação da reforma da Previdência, no ano passado, o governo encaminhou ao Legislativo, mas ainda não conseguiu aprovar, as propostas de emenda constitucionais do pacto federativo – com a liberação de recursos aos Estados e redução de jornada e salários de servidores.

A área econômica também pretendia enviar as propostas de reforma administrativa e tributária. Os textos ainda não chegaram ao Congresso.

“Iremos passar pela primeira grande onda, que é a doença em si. É uma doença terrível. Por isso a cooperação, fraternidade, e tudo o que falamos é muito importante para a espécie humana. Tivemos erros intelectuais, mas não devemos lutar sobre eles. Devemos discutir sobre eles”, disse o ministro da Economia.

Paulo Guedes afirmou que nos últimos 90 dias, desde meados de março, o governo lançou medidas ambiciosas de auxílio a vulneráveis e idosos. Segundo ele, o Brasil gastou mais do que o dobro dos países emergentes no combate à crise do novo coronavírus.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Caixa Econômica Federal paga terceira parcela do auxílio emergencial a 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família
O Comitê de Política Monetária reduziu a taxa básica de juros para 2,25% ao ano
Pode te interessar