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Brasil O ministro da Economia, Paulo Guedes, recuou e não vai desidratar a reforma para os Estados, disse um governador

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O médico de 72 anos já foi deputado federal e senador. (Foto: José Cruz/Agência Senado)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, recuou da decisão de desidratar a reforma da Previdência para os estados, informou nesta segunda-feira (18) o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Conforme a Folha de S.Paulo mostrou nesta segunda, uma divergência na equipe da pasta fez Guedes enxugar trecho da proposta de reforma, reduzindo o impacto do projeto nos estados e municípios.

Ao tomar a decisão, o ministro retirou do texto instrumentos que viabilizam um ajuste mais rápido do déficit nas previdências estaduais.

Diante dessa informação, o governador de Goias desembarcou em Brasília para tratar do tema com Guedes.

“O fato específico da minha vinda foi saber se teria a exclusão de qualquer um desses itens. Ele me tranquilizou, dizendo que não”, afirmou Caiado”, afirmou.

Entrem os pontos que poderiam ser retirados estão a exigência de contribuição extraordinária dos servidores em caso de déficit do sistema; a obrigatoriedade de se fazer equacionamento do passivo; a transformação da Previdência pública em fundo de pensão — nos moldes já adotados por estatais federais, que têm fundos como Petros, da Petrobras —; bem como a possibilidade de o estado aportar ativos nos fundos e fazer securitização (transformar essa dívida em títulos que são oferecidos ao mercado financeiro para adiantar recursos).

Segundo Caiado, a divergência entre membros da equipe teria surgido quando foi colocada na mesa uma proposta de que estatais pudessem ser colocadas como garantia para o passivo previdenciário.

“Ele divergiu dessa posição de usar estatais para fazer um fundo para poder arcar com os passivos da Previdência”, disse.

O governador afirmou que também estará no texto a permissão para que os estados cobrem uma contribuição extraordinária de servidores em casos específicos. A alíquota, segundo ele, deve variar entre 0% e 8%.

“Vai ser calibrada de acordo com a realidade de cada estado”, disse.

Ministro mais lido

O ministro da Economia, Paulo Guedes, é o ministro do governo Bolsonaro mais lido nas redes sociais, de acordo com pesquisa da Taboola. Guedes contabilizou mais acesso que Sérgio Moro, Ministro da Justiça e Segurança Pública visto como herói pelos eleitores do novo governo.

A pesquisa mostra que Paulo Guedes conta com 16.144.600 leituras online e 344.587 horas de leitura, enquanto Sérgio Moro aparece em segundo lugar, com 9.932.200 leituras online e 271.198 horas de leitura.

Damares Alves, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, conhecida por frases polêmicas, fica em terceiro lugar com 7.941.200 leituras online e 179.772 horas de leitura.

Abaixo, você acompanha o ranking que segue após o TOP 3 de mais lidos:

4) Onyx Lorenzoni – 4.999.000 leituras online e 146.294 horas de leitura.

5) Ernesto Araújo – 4.675.000 leituras online e 126.966 horas de leitura.

6) Tereza Cristina – 1.471.000 leituras online e 33.665 horas de leitura.

7) Ricardo Salles – 1.452.600 leituras online e 33.116 horas de leitura.

8) Marcos Pontes – 1.360.400 leituras online e 51.688 horas de leitura.

9) Fernando Azevedo – 944.400 leituras online e 18.453 horas de leitura.

10) Ricardo Vélez Rodríguez – 740.400 leituras online e 16.849 horas de leitura.

11) Luiz Henrique Mandetta – 522.000 leituras online e 10.406 horas de leitura.

12) Marcelo Álvaro Antônio – 449.000 leituras online e 12.552 horas de leitura.

13) Gustavo Canuto – 230.400 leituras online e 4.317 horas de leitura.

14) Osmar Terra – 152.200 leituras online e 4.957 horas de leitura.

15) Bento Costa – 9.000 leituras online e 170 horas de leitura.

 

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