Quinta-feira, 02 de Abril de 2020

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Capa – Caderno 1 “O momento é de união. Precisamos deixar de lado problemas partidários e divergências de ideologia”, disse o governador Sartori sobre o regime de recuperação fiscal no Estado

Sartori falou sobre a importância de o RS aderir ao Regime de Recuperação Fiscal. (Foto: Karine Viana/Palácio Piratini)

Na última quarta-feira (20), o governador José Ivo Sartori esteve em Brasília para assinar o protocolo do acordo do RRF (Regime de Recuperação Fiscal), que dá garantias à União de cumprimento dos requisitos legais para pleitear a adesão.

Na prática, o RRF prevê a suspensão do pagamento da dívida com a União ao longo dos próximos três anos. No caso do Rio Grande do Sul, a carência de 36 meses do serviço da dívida significa um fôlego nas finanças estaduais de R$ 11,3 bilhões nesse período. “Sobrará oportunidade para colocar as finanças em dia”, afirmou Sartori no programa Governo e Comunidade desta semana.

“Vamos buscar financiamentos nacionais e internacionais, coisa que atualmente não podemos buscar, nem um real sequer. Podemos criar a normalidade em algumas atitudes, principalmente em pagar os salários em dia, mas também em recursos para a saúde, educação, segurança, infraestrutura e, especialmente, nas políticas sociais, em que atingimos aqueles que mais dependem da nossa ajuda”, explicou o governador.

Com o adiamento da votação do projeto que permite ao Estado a adesão ao RRF, na sexta-feira (22), Sartori fez um apelo aos deputados. “Precisamos da colaboração da Assembleia Legislativa para que ela autorize a adesão do Rio Grande do Sul ao RRF”, disse.

“O momento é de união e de envolvimento de todos. Precisamos deixar de lado outras questões, problemas partidários e divergências de ideologia”, complementou. “É importante reafirmar para toda a sociedade que, sem o Regime, o Estado volta a ter que pagar a dívida e a crise só vai se agravar”, alertou o governador.

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