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Notícias O partido Novo confirma João Amoêdo como candidato a presidente da República

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Ex-banqueiro conta com 1% das intenções de voto. (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O empresário do mercado financeiro João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção nacional, realizada neste sábado, na capital paulista. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente.

A convenção contou com a presença do ex-técnico da seleção brasileira de vôlei e filiado a sigla, Bernardinho.

Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. Também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento. “As pessoas têm que ter direito à legítima defesa. O governo parte do pressuposto de que o cidadão é uma criança”, disse.

O candidato defendeu a privatização de empresas estatais. “Para que exista, para os consumidores, o aumento da concorrência. A existência de empresas estatais, além de ineficientes para o consumidor, cria um ambiente muito propício para a corrupção”, declarou.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. “Eu não quero defender o interesse de alguns poucos, dividir a sociedade. Acabar com a sociedade desunida e ajudar, especialmente, aqueles mais humildes, que foram enganados por muito tempo com um discurso que só os prejudica”, completou.

Recentemente, em entrevista ao jornal El País, Amoêdo destacou que, assim como o nome de seu partido, o Novo é o primeiro partido formado que não é oriundo de uma agremiação religiosa, de um sindicato ou de uma dissidência política. Foram membros da sociedade civil que resolveram partir da indignação para a ação. E apontou: o Novo é também hoje o único partido que realiza processo seletivo e que não utiliza dinheiro público para a sua manutenção. “Ele vive só do dinheiro dos filiados”, destacou o candidato.

Questionado sobre segurança pública, Amoêdo destacou que é preciso uma maior integração dos órgãos de segurança federal, estaduais e municipais. “Também defendo que as polícias façam o ciclo completo, tanto a repressão como a investigação. Além disso, é necessário que se firme parcerias público-privadas para a gestão e construção de presídios, que estão muito precários, lotados e se tornaram lugares de treinamentos de criminosos”, ponderou.

Outro ponto defendido pelo partido é uma legislação penal mais dura e a liberação do porte de arma.

Perfil

O carioca João Dionisio Amoêdo, de 55 anos, é formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica.

Foi diretor-executivo do Banco BBA Creditanstalt, presidente da Finaústria CFI, vice-presidente e membro do conselho de administração do Unibanco, membro do conselho de administração do Banco Itaú BBA e membro do conselho de administração da empresa João Fortes Engenharia.

Fundou o Partido Novo com membros da sociedade civil, que passam por processo seletivo para se tornarem candidatos.

 

 

 

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