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Política O pré-candidato à Presidência Renan Santos apresenta como bandeira de campanha a defesa de liberdades e a redução do Estado

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O candidato procura associar sua plataforma à ideia de que o Estado deve concentrar sua atuação em áreas consideradas essenciais.

Foto: Gai Media/Divulgação
O candidato procura associar sua plataforma à ideia de que o Estado deve concentrar sua atuação em áreas consideradas essenciais. (Foto: Gai Media/Divulgação)

O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) passou a apresentar como uma das principais bandeiras de sua campanha a defesa das liberdades individuais e a redução do tamanho do Estado. Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) e presidente nacional do Partido Missão, ele busca se consolidar como uma alternativa à direita ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Renan foi oficialmente confirmado como candidato do Partido Missão nesta segunda-feira (20), tornando-se o primeiro presidenciável a ter a candidatura homologada durante o período de convenções partidárias para as eleições de 2026. A legenda antecipou a realização da convenção, inicialmente prevista para agosto, alegando preocupações com a segurança do candidato após relatos de ameaças atribuídas a facções criminosas. Segundo o partido, a oficialização também permite que Renan passe a contar com proteção da Polícia Federal, prevista para candidatos à Presidência da República.

Durante os primeiros compromissos de campanha, Renan tem enfatizado um discurso voltado à diminuição da participação do Estado na economia e na vida dos cidadãos. Entre as propostas defendidas pelo pré-candidato estão a redução da burocracia, a simplificação do sistema tributário, o fortalecimento da livre iniciativa e a ampliação das garantias às liberdades de expressão, religiosa e econômica. O presidenciável também afirma que pretende combater privilégios na administração pública e promover reformas para tornar a máquina estatal mais enxuta.

O candidato procura associar sua plataforma à ideia de que o Estado deve concentrar sua atuação em áreas consideradas essenciais, como segurança, educação e saúde, reduzindo sua presença em outros setores. A campanha sustenta que a diminuição da intervenção estatal estimularia investimentos privados, geração de empregos e crescimento econômico. Ao mesmo tempo, Renan afirma que pretende manter responsabilidade fiscal e equilíbrio das contas públicas como princípios centrais de um eventual governo.

Outro eixo da campanha é a defesa das liberdades civis. O presidenciável tem feito críticas ao que considera excessos do Poder Judiciário e defende maior proteção às garantias individuais previstas na Constituição. Nos discursos, também procura diferenciar sua candidatura tanto do PT quanto do bolsonarismo, argumentando que pretende representar uma “nova direita” voltada para reformas institucionais e econômicas.

Fundador do MBL, movimento que ganhou projeção nacional durante as manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Renan tenta ampliar seu espaço político para além da militância que o acompanha desde 2015. O Partido Missão, criado a partir da estrutura ligada ao movimento, busca consolidar presença nacional e ampliar sua representação no Congresso nas eleições deste ano.

Nos últimos meses, Renan também intensificou agendas em diferentes estados, com participação em eventos políticos, encontros com empresários e visitas a universidades. A estratégia da campanha é ampliar o alcance entre eleitores jovens e segmentos liberais que demonstram insatisfação tanto com o governo federal quanto com lideranças tradicionais da direita. Nos primeiros levantamentos eleitorais divulgados neste ano, o candidato aparece com índices modestos de intenção de voto, mas a equipe aposta que a exposição durante a campanha oficial poderá aumentar sua competitividade.

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4 Comentários
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Caio Azevedo
20 de julho de 2026 22:20

Não era esse cara que fazia “turismo sexual” no Leste europeu com o mamãe falei…?

Valmir
20 de julho de 2026 18:00

Esse cara junto com seu pai picaretas devem mais de 400 milhões em dívidas trabalhistas, esse cara estuprou uma moça que fez B.O.e um mês depois negou o acontecido na delegacia acompanhada pelo advogado do MBL , integrantes do MISSÃO Guto gastarias gastou mais que PT E PSOL JUNTOS em seu gabinete tem 22 assessores com salários de 15 mil por mês, membros do MBL e apoiadores candidatos do MISSÃO aplaudem e convivem com Nazista assumido Arvin , apoiador de scravização porque dizem que ” negros são inferiores ” pretendem prender e queimar vivos em pneus e transmitir em rede… Leia mais »

JORGE SOUZA
20 de julho de 2026 22:23
Responder para  Valmir

VERDADE, MAS O POVO JÁ DEVE TER ESQUECIDO

vanderlei stefani
20 de julho de 2026 17:21

Mais um fumador, tipo Aécio

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