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Brasil Preço da gasolina sobe pela quinta semana seguida

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Queda nos preços de combustíveis após pandemia reduzir demanda por petróleo influenciou IPCA. (Foto: Agência Brasil)

O preço médio da gasolina nos postos do País aumentou pela quinta semana seguida, de acordo com a pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis) divulgada nesta sexta-feira (29). Nesta semana, segundo o levantamento, o valor do litro da gasolina subiu 1%, de R$ 4,319 para R$ 4,362. Com o avanço semanal, o preço do combustível passou a acumular alta de 0,4% ano ano.

A pesquisa da ANP também apurou uma leve alta no preço do litro do diesel. O aumento foi de 0,4%, de R$ 3,540 para R$ 3,554. Já o valor do litro do etanol ficou estável em R$ 2,969. No acumulado de 2019, o diesel já subiu 3%, e o etanol acumula alta de 4,9%.

Preços na refinaria

Na terça-feira (26), a diretoria da Petrobras aprovou mudanças na periodicidade de reajuste nos preços do diesel vendido para as refinarias. Os preços passarão a ser reajustados, no mínimo, a cada 15 dias. Desde então, a petroleira vinha reajustando o combustível em intervalos menores, com o fim do programa de subsídios lançado pelo governo após a greve dos caminhoneiros.

A companhia também informou que sua subsidiária Petrobras Distribuidora S.A. está desenvolvendo um cartão de pagamentos que viabilizará a compra por caminhoneiros de litros de diesel a preço fixo nos postos com a bandeira BR (Cartão Caminhoneiro).

Quarto dígito

O sobe e desce no preço dos combustíveis nos postos já é rotina para os motoristas de todo o País. O que passa despercebido na maioria da vezes é o quarto – e misterioso – dígito no preço. O sistema de cálculo do preço do combustível é uma incógnita. Afinal, por que gasolina, etanol, diesel e gás são cobrados com três dígitos após a vírgula, se nossa moeda só tem duas casas?

Isso faz com que os combustíveis sejam os únicos produtos a seguir essa regra em todo o território nacional. A prática é legal, pois a regulamentação para a terceira casa depois da vírgula está presente em uma portaria da ANP criada sob a vigência do Plano Real, em 1994. A portaria ainda prevê que o valor final não pode ser pago da mesma forma.

Nesse caso, então, anula-se a última casa. Por exemplo: se o total na bomba somar R$ 120,187, o consumidor irá pagar R$ 120,18. Se o total fosse registrado com duas unidades após a vírgula, o valor seria arredondado para R$ 120,20.

Em nota, a ANP afirma que a principal razão para o sistema de cobrança está no ato de compra dos combustíveis pelos postos revendedores. Quando um revendedor faz a compra, as unidades de medida são diferentes, e manter as três casas decimais evita que os postos obtenham lucro em cima disso.

“Quando o revendedor adquire os combustíveis, a negociação é feita em metros cúbicos, enquanto a venda ao consumidor é feita em litros. Para evitar que os revendedores arredondem para cima o preço por litro, ficou estabelecida a obrigatoriedade da apresentação das três casas decimais”.

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